Twitter offline: pequena experiência de inclusão... Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei...
Pelo Mundo Afora
Tenho andado meio afastada deste blog, mas juro que é por um bom motivo. Tenho trabalhado em um projeto com o meu namorado que, estou adorando! É o blog Pelo Mundo Afora, onde contamos nossas experiências...
Mil livros no bolso
Lembra quando tínhamos pilhas de CDs em casa? E você por acaso se lembra da primeira vez que ouviu uma música tocar no seu computador? Com certeza vai se lembrar da reação que teve ao ver um MP3...
Tá bom, essa situação (que mais parece uma crise de abstinência), acabou me fazendo voltar ao blog que (reconheço) anda meio abandonado. Tipo assim, se meu lugar preferido para reclamar está inacessível, onde vou reclamar que o Twitter não funciona???
Acho muito legal quando outros meios fazem matérias sobre ferramentas web e explicam como aproveitar mais a rede às pessoas que às vezes não têm tanto contato como nós que trabalhamos diretamente com isso. E acredito que explicar o Twitter (principalmente na TV) é um grande desafio. Por isso, recomendo este vídeo do programa Em Movimento, da TV Gazeta, que além de explicar bem direitinho, conta com a minha participação e a do André Tagliati (@tagliati)
Se bem que tem coisas na animação que só quem frequenta o Twitter vai enteder (e rir), hehe.
Piadas à parte, é bem verdade que o Twitter já se transformou para muitos em um mundo paralelo. E posso contar uma história de bastidores? Conheço um caso de uma menina que foi descartada para uma vaga na área de web porque não tinha conta no Twitter e nem blog. O comentário foi “como alguém quer trabalhar com web e não usa essas ferramentas?”.
Semana passada testei o tal ThisMoment. Um site que pretende ser uma timeline de momentos na internet (pelo menos foi assim que eu entendi). Pra falar a verdade, eu tinha entrado na lista de espera há não sei quanto tempo e tinha até esquecido que ele existia. Quando chegou o e-mail aprovando meu registro corri pra ver como funcionava.
O layout é legal, diria até que intuitivo e está apoiado em uma idéia interessante. Sempre disse que seria legal ter uma timeline para organizar as nossas ações na web e fiquei empolgada no primeiro contato com o ThisMoment, principalmente porque prometeram integração com Twitter, Flickr, Facebook… e sim, há integração, mas não da maneira que eu esperava.
Em vez de ser um serviço que agrupa diferentes ferramentas (como eu gostaria) ele é mais um serviço de update independente que pode, se quisermos, puxar dados de outros sites. Resumindo, ele é um Twitter com mais coisinhas agregadas. Você além de contar o que está fazendo pode adicionar uma foto, um vídeo, localização…
Sinceramente, não gostei. É justamente o fato de ter tantas opções que faz com que ele perca a utilidade. Para postar um “momento” é preciso passar por várias etapas e isso vai contra um dos pilares da usabilidade na web. Você perde o imediatismo e, com ele, a graça. Imagine se cada vez que quiséssemos postar algo no Twitter tivéssemos que passar por umas quatro etapas, seria o fenômeno que é hoje? Não, é a simplicidade e a rapidez dele que o tornou o sucesso que é hoje.
Você já teve a sensação de chegar quase lá e… nada? Ou de ganhar algo que não tem certeza se merecia? Pois é, depois de uma discussão interessante, joguei a pergunta no Twitter: Em que seleção você preferiria jogar: na de 82 que encantou mas não ganhou nada ou na de 94 que era ruim mas saiu campeã?
Adorei as respostas. As pessoas escolheram uma ou outra, (ou não), sempre justificando a posição. As que eu mais gostei foram:
@arianef: com certeza na de 82, mto + o futebol arte… =D @marcelokalib: É mesmo preciso responder?? huahuaha 82 sem sombra de dúvidas..antes honra do que glória! @betoferris: 82 tínhamos Cerezo,Falcão,Sócrates e Zico.Formando o famoso quadrado mágico de Telê Santana, jogando em tabelas hiper rápidas.
Mas claro, sempre tem os que não ficam satisfeitos com duas opções. Uns querem as duas e outros encontram uma terceira via:
@mauriciorech: nas duas não da? @nepomucky: Prefiro a de 98, que perdeu a taça mas ganhou uma mala preta recheada de $
Para ser realmente sincera, eu gostaria de fazer parte mesmo da de 70, mas aí perde a graça, né? E você, o que escolheira?
Ontem tivemos uma tarde atípica aqui na Grande Vitória. Quem ainda acha que moramos num lugar menos perigoso que Rio de Janeiro e São Paulo se surpreendeu com as notícias de um assalto violento no maior shopping do Estado, que terminou com dois vigilantes mortos. Mas não quero falar de insegurança e essas coisas que se repetem por aí como telefone sem fio, o que me chamou mais a atenção nisso tudo foi a forma como as informações foram repassadas.
Eu fiquei sabendo do fato pelo Twitter. Sim, porque quem tinha algum contato com alguém que estava no local foi repassando a notícia e em pouco tempo já estavamos trocando informações através do microblog. Antes dos portais tradicionais informarem os dados concretamente, eu e muitos dos meus contatos já sabíamos.
Já nem é novidade que a ferramenta tem se mostrado um importante meio de comunicação em momentos de crise. Até a Cruz Vermelha tem um perfil no Twitter que serve para ajudar pessoas em casos de desastres naturais nos Estados Unidos. Como exemplo recente e um pouco mais próximo podemos usar o caso das enchentes em Santa Catarina, quando o microblog foi usado para troca de informações e para ajudar pessoas afetadas. Mas pela primeira vez pude participar e comprovar eu mesma a eficácia de meios como esse.
Fica a dica para os meios de comunicação tradicionais (incluindo portais neste segmento): cada vez mais temos acesso a informações diretamente dos fatos e de forma informal, o que faz com que elas sejam mais rápidas, ainda que imprecisas. É lógico que depois vamos confirmar e saber mais detalhes nos meios com mais credibilidade e capacitados para passar informações mais seguras e completas, mas estar presente também nessa primeira etapa e saber lidar com novos conceitos de comunicação é imprescindível para se fazer presente no cotidiano dos leitores e conservar a confiança que estes depositam na grande mídia.
Não é substituir ou acabar com os produtores de notícias informais (acreditem, eles não querem tomar o lugar dos jornalistas!) e sim, construir junto com eles novas (e melhores) práticas de Comunicação.
Se você gosta de se socializar mesmo que no mundo virtual, não perca o Amigo Secreto que estamos organizando pelo Twitter. É bem simples de participar: procure pelo grupo Twitter nesta página (é necessário registrar-se) e una-se a nós!
O sorteio dos amigos é no próximo dia 10, mas ainda estamos definindo como será a troca de presentinhos., já que todos do grupo participam nas decisões.
Barak Obama já ganhou ao menos no Twitter. Como sempre temos algo mais que inventar na web, o link que se espalhou hoje pelo microblog foi o TwitVote onde você pode votar em um dos dois candidatos à Presidência dos Estados Unidoos. Ao escolher o seu preferido, uma mensagem é enviada automaticamente, via Twitter, informando a sua escolha.
Não me parece muita surpresa o Obama ficar na frente do McCain em uma brincadeira como esta, afinal, nunca um candidato soube usar tão bem a internet a seu favor, então nada mais obvio que a galera hype fique com ele. Mas o número é bem superior, né? Na hora que eu votei estava 8.992 (8.993 com o meu voto) contra 1.778.
Agora é torcer para não haver nenhuma “confusão” na Florida, como da vez que nosso querido Bush se favoreceu.
Sabe aqueles filmes de adolescentes norte-americanos sobre popularidade no High School? Para quem gosta do gênero ou tem curiosidade de medir sua popularidade (ou a dos outros), a dica é o Twitter Grader. Não vai lhe dizer se você é uma pessoa popular na faculdade, no trabalho ou outro lugar real, mas bem que pode ser uma vingança dos nerds. Afinal, para a galera geek é muito mais interessante ser pop no Twitter que rei ou rainha do baile.
Para chegar ao grau de popularidade da pessoa, a ferramenta leva em consideração o número de seguidores e o poder da sua rede de contatos, entre outras coisas. O meu índice é 97,5%, qual é o seu?