Os ciclos de uma inovação Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo... e quando percebemos, passou....
A teoria dos círculos sociais do Google+ Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não...
A teoria dos círculos sociais do Google+ Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não...
NYT: Um passo atrás, dois passos à frente
E a atenção está voltada ao New York Times. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online...
Para gostar de ler e compartilhar
Livros, livros e mais livros... um dia será raro chegar numa casa e se deliciar com uma estante cheinha de livros para descobrirmos. Num momento em que "social" está na moda, parece meio paradoxal...
O que a entidade não contava (ou não tinha a menor idéia) era que o caso fosse repercutir e o tal @fahmi_fadzil começaria a ganhar cada vez mais seguidores curiosos com a história. O descontetamento de escala limitada repercurtiu mundialmente, ou seja, a revista ficou com a imagem muito mais manchada.
Passo da hora de parar de enxergar os meios de comunicação (o Twitter por assim dizer) como exclusivos produtores de informação em sentido único. A internet trouxe novas possibilidades de manifestação de opinião e não compreender isso (e não aprender a lidar) resultará em prejuízo para as marcas. Usar o método arcaico de sair processando a tudo e a todos funcionará cada vez menos daqui pra frente.
Não digo que a revista deveria ignorar a crítica, mas seria muito melhor tentar um diálogo com o usuário, como muitas empresas já fazem. Poderia até mesmo ter transformado a irritação dele em simpatia.
Se bem que tem coisas na animação que só quem frequenta o Twitter vai enteder (e rir), hehe.
Piadas à parte, é bem verdade que o Twitter já se transformou para muitos em um mundo paralelo. E posso contar uma história de bastidores? Conheço um caso de uma menina que foi descartada para uma vaga na área de web porque não tinha conta no Twitter e nem blog. O comentário foi “como alguém quer trabalhar com web e não usa essas ferramentas?”.
Ontem tivemos uma tarde atípica aqui na Grande Vitória. Quem ainda acha que moramos num lugar menos perigoso que Rio de Janeiro e São Paulo se surpreendeu com as notícias de um assalto violento no maior shopping do Estado, que terminou com dois vigilantes mortos. Mas não quero falar de insegurança e essas coisas que se repetem por aí como telefone sem fio, o que me chamou mais a atenção nisso tudo foi a forma como as informações foram repassadas.
Eu fiquei sabendo do fato pelo Twitter. Sim, porque quem tinha algum contato com alguém que estava no local foi repassando a notícia e em pouco tempo já estavamos trocando informações através do microblog. Antes dos portais tradicionais informarem os dados concretamente, eu e muitos dos meus contatos já sabíamos.
Já nem é novidade que a ferramenta tem se mostrado um importante meio de comunicação em momentos de crise. Até a Cruz Vermelha tem um perfil no Twitter que serve para ajudar pessoas em casos de desastres naturais nos Estados Unidos. Como exemplo recente e um pouco mais próximo podemos usar o caso das enchentes em Santa Catarina, quando o microblog foi usado para troca de informações e para ajudar pessoas afetadas. Mas pela primeira vez pude participar e comprovar eu mesma a eficácia de meios como esse.
Fica a dica para os meios de comunicação tradicionais (incluindo portais neste segmento): cada vez mais temos acesso a informações diretamente dos fatos e de forma informal, o que faz com que elas sejam mais rápidas, ainda que imprecisas. É lógico que depois vamos confirmar e saber mais detalhes nos meios com mais credibilidade e capacitados para passar informações mais seguras e completas, mas estar presente também nessa primeira etapa e saber lidar com novos conceitos de comunicação é imprescindível para se fazer presente no cotidiano dos leitores e conservar a confiança que estes depositam na grande mídia.
Não é substituir ou acabar com os produtores de notícias informais (acreditem, eles não querem tomar o lugar dos jornalistas!) e sim, construir junto com eles novas (e melhores) práticas de Comunicação.