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	<title>Luciana Couto</title>
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	<description>Minha vida, meu mundo, meu simulacro</description>
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		<title>Os ciclos de uma inovação</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 10:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Jackie Fenn]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Raskin]]></category>
		<category><![CDATA[Mastering the Hype Cycle]]></category>
		<category><![CDATA[Resumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo&#8230; e quando percebemos, passou. Isso quando lembramos que elas passaram, se já não estamos entretidos com uma nova &#8220;inovação&#8221;. Já as outras (verdadeiras) realmente chegam para ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo&#8230; e quando percebemos, passou. Isso quando lembramos que elas passaram, se já não estamos entretidos com uma nova &#8220;inovação&#8221;. Já as outras (verdadeiras) realmente chegam para ficar e mudar nossa forma de executar alguma tarefa. Mas como identificar as inovações &#8220;chuva de verão&#8221; e as verdadeiras?</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando neste dilema, Jackie Fenn e Mark Raskino, da Gartner, propõem um esquema que supostamente ajuda a situar as inovações com as quais nos deparamos no dia-a-dia e analisar se vale a pena investir nelas ou não. O resultado é o livro <a title="Compre na Amazon" href="http://www.amazon.com/Mastering-Hype-Cycle-Innovation-ebook/dp/B004OEIQ1I/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;qid=1319761033&amp;sr=8-2" target="_blank">Mastering the Hype Cycle</a>, que explica, timtim por timtim, o processo desenvolvido por eles em alguns anos de experiência trabalhando nos <a href="http://www.gartner.com/technology/research/hype-cycles/" target="_blank">ciclos que a Gartner publica anualmente</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei o livro bem completo. Obvio que ninguém vai sair dele prevendo o futuro de cada novidade da internet, mas nos ajuda a ver com mais clareza as etapas que uma &#8220;inovação&#8221; percorre antes de se tornar <em>maistream</em>. Ao contrário de alguns que me deparo nessa área que enchem trezentas páginas com assuntos que cabem em um pequeno artigo, achei o livro bem objetivo. Tanto que o resumo que postei aqui abaixo não substitui sua leitura (estudo).</p>
<p style="text-align: justify;">Estou, inclusive pensando, em fazer um resumo exclusivo do processo STREET (com o qual se analisa o potencial de uma inovação), mas enquanto isso, taí o resumão do livro. Enjoy <img src='http://www.lucianacouto.com/pt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="__ss_9914633" style="width: 595px; text-align: center;"><strong><a title="Mastering the Hype Cycle" href="http://www.slideshare.net/lucianacouto/mastering-the-hype-cycle" target="_blank">Mastering the Hype Cycle</a></strong> <object id="__sse9914633" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="595" height="497" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masteringthehypecycle-111027185622-phpapp02&amp;stripped_title=mastering-the-hype-cycle&amp;userName=lucianacouto" /><param name="name" value="__sse9914633" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse9914633" type="application/x-shockwave-flash" width="595" height="497" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=masteringthehypecycle-111027185622-phpapp02&amp;stripped_title=mastering-the-hype-cycle&amp;userName=lucianacouto" name="__sse9914633" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding-top: 5px; padding-right: 0px; padding-bottom: 12px; padding-left: 0px; text-align: center; ">View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/lucianacouto" target="_blank">Luciana Couto</a></div>
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		<title>Por que as pessoas compartilham conteúdo?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 12:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares (ou muito mais), que tanto produtores de conteúdo como marketers se fazem diariamente. Para tentar ao menos formular uma hipótese, o New York Times realizou um estudo com 2,5 mil pessoas nas cidades de Nova York, Chicago e São Francisco.
Um dos primeiros insights chega a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares (ou muito mais), que tanto produtores de conteúdo como marketers se fazem diariamente. Para tentar ao menos formular uma hipótese, <a href="http://nytmarketing.whsites.net/mediakit/pos/" target="_blank">o New York Times realizou um estudo com 2,5 mil pessoas</a> nas cidades de Nova York, Chicago e São Francisco.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos primeiros insights chega a ser óbvio, mas interessante: o hábito de compartilhar conteúdo não é novo. Nós já fazíamos isso quando comentávamos uma notícia com um vizinho, mostrava o álbum de fotos de viagem a um amigo, etc. Porém, as novas ferramentas online potencializaram essas possibilidades e hoje, com poucos cliques, compartilhamos conteúdo com muito mais pessoas e em muito menos tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa quantidade maior de compartilhamento, relações interpessoais e conteúdo não é sinônimo apenas de facilidade, mas também de exagero. Muitas fontes de informação e fluxos mais complexos podem ser realmente estressantes e agir no sentido inverso ao desejado: gerar a sensação de defasagem.  Quanto mais conteúdo somos expostos, maior a sensação de não ter tempo de absorver tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então aparecem números interessantes: 73% dos respondentes afirmaram que se aprofundam mais na informação quando a compartem e 85% disseram que os comentários de outras pessoas ajudam no entendimento da mensagem. Resumindo, as pessoas assimilam mais quando passam algo adiante. É quase aquela expressão que diz que ensinar é a melhor forma de aprender mais sobre um assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e a pergunta que não quer calar: por que as pessoas compartilham: 94% das pessoas compartilham o que julgam importante para seus contatos e 49% disseram que compartilhar informação sobre um produto encoraja os demais a conhecê-lo. Até aí meio obvio, né? Porém 66% dos entrevistados responderam que o conteúdo que eles compartilham ajudam a mostrar quem eles são e o que lhes interessa, e 73% que a ação os possibilita se conectar com outras pessoas com os mesmos interesses. Enfim, com essas respostas podemos chegar à conclusão de que os usuários de redes sociais as utilizam para atestarem uma personalidade e firmarem sua posição em seu meio social &#8211; seja offline ou online.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo ainda divide os usuários em seis &#8220;personas&#8221; distintas: altruístas, profissionais, produtores de tendências, bumerangues, conectores e curadores; mas não dá mais detalhes sobre cada uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">E para terminar, ainda dita um guia com 7 indicações para ter seu conteúdo compartilahdo pelos internautas:<br />
1) Motivação para o usuário se conectar a outro<br />
2) Confiança<br />
3) Deixe o conteúdo simples<br />
4) Apele para o senso de humor<br />
5) Abrace o senso de urgência<br />
6) Não se esqueça que ter o conteúdo compartilhado é apenas o começo<br />
7) E-mail ainda é o número 1</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem quiser baixar a apresentação do estudo, ela está <a href="http://nytmarketing.whsites.net/mediakit/pos/POS_PUBLIC.php" target="_blank">disponível para download neste link</a>.</p>
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		<title>A teoria dos círculos sociais do Google+</title>
		<link>http://www.lucianacouto.com/pt/a-teoria-dos-circulos-sociais-do-google/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não nos perguntamos de onde surgiu isso ou aquilo, por mais que faça parte do nosso dia-a-dia ou seja algo realmente revolucionário.
Há poucas semanas, o Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não nos perguntamos de onde surgiu isso ou aquilo, por mais que faça parte do nosso dia-a-dia ou seja algo realmente revolucionário.</p>
<p style="text-align: justify;">Há poucas semanas, o Google deu o seu passo mais importante, até agora, de reação frente ao sucesso do Facebook como rede social (ou plataforma). O Google +, que de forma simplória o chamaremos de nova rede social online, tenta captar a atenção (e as atividades) dos 750 milhões de usuários presentes no Facebook atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma cara muito parecida à do Facebook (à primeira vista) e uma experiência muito diferente da do Orkut &#8211; a rede social do Google quase que bastarda &#8211; o Google + trouxe consigo um conceito novo(?) de conexões sociais em círculos. Porém, como todo grande projeto, este também tem seus bastidores e, devido a um fato no mínimo curioso, um detalhe que seria mais precisamente um livro pode nunca chegar às mãos dos leitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Paul Adams que, aparentemente, é o idealizador do conceito de &#8220;círculos&#8221; do Google + escreveu um livro sobre sua teoria quando trabalhava no Google, sendo  que a publicação foi inicialmente autorizada pelo empresa mas posteriormente desautorizada quando o Google + começou a sair do papel. Adams acabou deixando a empresa para ser pesquisador do Facebook e, recentemente, veio a público <a href="http://www.thinkoutsidein.com/blog/2011/07/why-i-left-google-what-happened-to-my-book-what-i-work-on-at-facebook/" target="_blank">pedir que o Google volte atrás e o permita publicar o seu livro</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.thinkoutsidein.com/blog/2010/05/book-update-cover-and-interior-design/" target="_blank">Social circles</a>, que chegou inclusive a ser <a href="http://www.amazon.com/Social-Circles-relationships-influence-marketing/dp/0321719646" target="_blank">anunciado na Amazon</a>, explicaria a teoria de Adams, com estudos feitos pelo autor sobre as relações entre os círculos de amizades reais das pessoas e suas implicações quando transportados para o mundo virtual. Infelizmente, talvez nunca cheguemos a ler o tal livro e compreender com profundidade seus conceitos, mas vale a pena ler e entender a apresentação abaixo, em que Adams expõe os principais tópicos da sua teoria. Enfim, é, digamos, um resumo do livro que talvez nunca poderemos ler.</p>
<div style="width:477px" id="__ss_4656436"> <strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/padday/the-real-life-social-network-v2" title="The Real Life Social Network v2" target="_blank">The Real Life Social Network v2</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/4656436" width="477" height="510" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
<div style="padding:5px 0 12px"> View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">documents</a> from <a href="http://www.slideshare.net/padday" target="_blank">Paul Adams</a> </div>
</p></div>
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		<title>Super Poderosas</title>
		<link>http://www.lucianacouto.com/pt/super-poderosas/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 13:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[publico feminino]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel da mulher sempre foi o que sofreu mais mudanças na sociedade, com o passar das épocas. E não é de hoje que entender a cabeça do público feminino é encarado como desafio pelos anunciantes (e homens também). Não dá para tentar entendê-las pensando como no século passado, o mundo mudou e elas (nós) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mulher sempre foi o que sofreu mais mudanças na sociedade, com o passar das épocas. E não é de hoje que entender a cabeça do público feminino é encarado como desafio pelos anunciantes (e homens também). Não dá para tentar entendê-las pensando como no século passado, o mundo mudou e elas (nós) mudaram mais ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo <a href="http://www.bolsademulher.com/" target="_blank">Bolsa de Mulher</a> resolveu sair a campo e perguntar: afinal, o que querem essas mulheres super poderosas? Daí saiu o livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=11036328" target="_blank">Poderosas Consumidoras</a>, de Andiara Petterle e Bruno Maletta, que concentra os principais resultados desse estudo. Não traz uma análise profunda dos dados, mas é interessante para conhecer os números que cercam as mulheres brasileiras. Por exemplo:</p>
<p style="text-align: justify;">- 66% do consumo no Brasil é controlado por mulheres.<br />
- Mesmo quando não tomam a decisão de compra, são influenciadoras na aquisição de serviços de lazer, turismo, saúde e educação dos filhos.<br />
- Carreira e educação estão entre suas prioridades.<br />
- As mulheres estão se casando mais tarde.<br />
- Querem desempenhar bem todos os papéis (mãe, esposa, profissional&#8230;) e  buscam sempre um equilíbrio.<br />
- Gostam de praticidade, pois não têm tempo a perder.<br />
- 37% das mulheres querem chegar à Presidência de alguma empresa.<br />
- São conectadas, multi-mídias e se interessam por opiniões que lêem na internet.<br />
- 46% das mulheres entrevistadas jogam online. A preferência é por<em> casual games </em>e não gostam de pagar por isso.<br />
- Entre os produtos de tecnologia, os mais comprados são celular comum (88%), câmera fotográfica (75%) e mp3 player (61%).<br />
- 75% pesquisam preços na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, o livro traz muitos gráficos, com muitos mais números sobre o público feminino que ajudam quem (homens) pretende atingir esse público, seja com publicidade, conteúdo, serviço ou produto. Vale a pena reservar umas horinhas para mergulhar nesse mundo cor-de-rosa.</p>
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		<title>Novos meios e (ainda) velhos métodos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[E não é que a Justiça da Malásia (como tantas outras) ainda não entendeu a dinâmica da internet? Um homem foi condenado a publicar uma mesma mensagem de pedido de desculpas cem vezes (!!!), depois que ele reclamou de uma revista no Twitter.
O que a entidade não contava (ou não tinha a menor idéia) era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E não é que a Justiça da Malásia (como tantas outras) ainda não entendeu a dinâmica da internet? <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/justica-condena-homem-a-tuitar-100-vezes-02062011-36.shl" target="_blank">Um homem foi condenado a publicar uma mesma mensagem de pedido de desculpas cem vezes (!!!), depois que ele reclamou de uma revista no Twitter</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O que a entidade não contava (ou não tinha a menor idéia) era que o caso fosse repercutir e o tal <a href="https://twitter.com/fahmi_fadzil" target="_blank">@fahmi_fadzil</a> começaria a ganhar cada vez mais seguidores curiosos com a história. O descontetamento de escala limitada repercurtiu mundialmente, ou seja, a revista ficou com a imagem muito mais manchada.</p>
<p style="text-align: justify;">Passo da hora de parar de enxergar os meios de comunicação (o Twitter por assim dizer) como exclusivos produtores de informação em sentido único. A internet trouxe novas possibilidades de manifestação de opinião e não compreender isso (e não aprender a lidar) resultará em prejuízo para as marcas. Usar o método arcaico de sair processando a tudo e a todos funcionará cada vez menos daqui pra frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Não digo que a revista deveria ignorar a crítica, mas seria muito melhor tentar um diálogo com o usuário, como muitas empresas já fazem. Poderia até mesmo ter transformado a irritação dele em simpatia.</p>
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		<title>O (novo) Negócio de Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 11:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[meios de comunicacao]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação está sempre se reinventando. Os negócios de comunicação agora também se reinventam. A história nos ensina que cada novo meio que surgiu trouxe rupturas, incertezas e novas formas de consumir informação. Quando a rádio surgiu, muitos decretaram o fim dos jornais impressos e quando a TV surgiu previram o fim do rádio. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comunicação está sempre se reinventando. Os negócios de comunicação agora também se reinventam. A história nos ensina que cada novo meio que surgiu trouxe rupturas, incertezas e novas formas de consumir informação. Quando a rádio surgiu, muitos decretaram o fim dos jornais impressos e quando a TV surgiu previram o fim do rádio. Com a internet, preveem o fim do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa, as mudanças nunca foram tão profundas e aceleradas. O meio novato sempre teve que se adaptar a uma nova linguagem e todos reencontraram seus nichos. Trocando em miúdos, no final ficava cada macaco no seu galho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que surge a internet, que não só cria (ou procura) sua própria linguagem, como se apropria das demais e força todas as outras mídias a repensarem seu posicionamento na sociedade. E aí entra um ponto importante, o negócio das empresas nunca havia sofrido uma mudança tão brusca, cada meio que surgia, incorporava, à sua maneira, a publicidade como fonte de receita. E agora a internet, ela própria, ainda não encontrou seu modelo para fazer dinheiro. E desde então, todos colocaram seu chapéu de Indiana Jones e saíram à caça desse Santo Graal.</p>
<p style="text-align: justify;">Larry Digma, assim como muitos outros, saiu atrás do tesouro. Ainda não o encontrou, mas seu livro (eu prefiro chamá-lo de artigo extenso) traz algumas questões interessantes sobre o tema. Não é nada muito profundo, mas ajuda quem quer começar a entender os problemas e as (possíveis) soluções para o futuro do Jornalismo. Por isso mesmo, eu o indico, prioritariamente, a estudantes de Comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus argumentos não fogem do que já se vem falando e, em muitos aspectos, vão ao encontro do que <a href="http://www.lucianacouto.com/pt/para-viver-no-futuro/" target="_blank">Nick Billton escreveu em seu livro I live in the future</a>. Mas o que mais me interessou foi o direcionamento que ele deu, como se se destinasse aos que estão na base da pirâmide, os jornalistas (mais um motivo para estudantes lerem). O autor explica as transformações no processo de construção da notícia e a quebra de paradgmas, principalmente, na distribuição da informação. Antes o jornalista &#8220;apenas&#8221; precisa escrever um texto claro, contando os acontecimentos. Hoje ele precisa ter em mente a cadeia de valor completa, pensar em como divulgar uma informação em tempos de compartilhamento de conteúdo e multiplicação de fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, um dos pontos mais importantes que ele coloca é que, ao contrário do que se grita por aí, o conteúdo não é mais o rei e sim a distribuição, portanto, players que focam nesta etapa, reinarão.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, vale a pena ler os pontos que separei do livro abaixo, mas também recomendo lê-lo por completo. <a href="http://www.amazon.com/Business-Media-Survival-Kindle-ebook/dp/B004I6D07C/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;m=AGFP5ZROMRZFO&amp;s=digital-text&amp;qid=1306685100&amp;sr=1-1" target="_blank">Ele está à venda para Kindle na Amazon</a> e é bem curtinho.</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View The Business of Media on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/56586934/The-Business-of-Media">The Business of Media</a> <object id="doc_26686" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_26686" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><embed id="doc_26686" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_26686"></embed></object></p>
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		<title>Adultos também querem brinquedos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 11:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek Life]]></category>

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Em 1996, o Tickle Me Elmo (Faça cócegas em mim, Elmo &#8211; em tradução livre) infernizou a vida dos pais americanos. Toda criança cool tinha que ter um desses bonecos que ria se fizessem cócegas nele. Mas o problema não era aguentar o barulho insuportável do brinquedo do filho o dia inteiro e sim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="fisher-price-tmx-tickle-me-elmo by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/"><img class="aligncenter" src="http://farm6.static.flickr.com/5228/5765673487_55490c98f1.jpg" alt="fisher-price-tmx-tickle-me-elmo" width="400" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1996, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tickle_Me_Elmo" target="_blank">Tickle Me Elmo</a> (Faça cócegas em mim, Elmo &#8211; em tradução livre) infernizou a vida dos pais americanos. Toda criança <em>cool</em> tinha que ter um desses bonecos que ria se fizessem cócegas nele. Mas o problema não era aguentar o barulho insuportável do brinquedo do filho o dia inteiro e sim que não tinha Elmo no mercado pra todo mundo. E não adiantava voltar pra casa com o Mr. Potato, o choro seria inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi assim que, nas semanas anteriores ao Natal daquele ano, muitos pais foram levados à loucura e alguns, literalmente (sim, este literalmente está no lugar certo!), saíram no tapa para conseguir o tal boneco. Filas se formaram nas lojas, listas de espera foram criadas para dar esperanças aos clientes, e muito ágil foi pago (sem mencionar vendedores de lugar em fila). Tudo por um brinquedo, tudo por um filho!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas agora, quinze anos depois, os adultos ainda correm para filas, dão seus nomes desesperados a listas de espera, pagam preços absurdos (de ágil, de imposto, a quem quer que seja), pelo último brinquedo do momento. Só que agora os filhos não são mais desculpa.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="ipad-2-line by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3298/5765673669_b64cef15d0.jpg" alt="ipad-2-line" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>NYT: Um passo atrás, dois passos à frente</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[futuro dos jornais]]></category>
		<category><![CDATA[new york times]]></category>

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E a atenção está voltada ao New York Times. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online às suas matérias. Todos que estamos olhando para nossas bolas de cristal, tentando descobrir o que o futuro reserva aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="size_590_kindle-new-york-times by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/5588660104/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5064/5588660104_9b72ec0d7f.jpg" alt="size_590_kindle-new-york-times" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E a atenção está voltada ao <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online às suas matérias. Todos que estamos olhando para nossas bolas de cristal, tentando descobrir o que o futuro reserva aos jornais, ficamos atentos na nova estratégia do NYT.</p>
<p style="text-align: justify;">Só relembrando, o jornal já cobrou por acesso ao seu conteúdo, mas em setembro de 2007 aboliu a assinatura, pois, naquela época, essa lhe parecia a estratégia mais acertada para garantir o futuro da empresa. Hoje, volta atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que muitos outros veículos ao redor do mundo já cobram por seu conteúdo, mas a decisão do NYT é histórica não por ser vista como &#8220;um passo atrás&#8221; mas porque inaugura uma nova forma de cobrança.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, só irá pagar realmente os leitores assíduos do jornal online: quem já tem a assinatura impressa, terá direito a até 20 artigos por mês e os demais podem optar por <a href="http://www.nytimes.com/subscriptions/Multiproduct/lp5558.html?campaignid=37XQH" target="_blank">planos que vão de US$ 15 a US$ 35</a>. E a grande sacada é a precificação, pois os valores não variam de acordo à quantidade de artigos e sim às plataformas que você utiliza. Quer ler no celular? Pague tanto. Quer ler no iPad? Pague mais tanto. Resumindo, o que tem valor é a facilidade de acesso ao conteúdo, forma de precificicação ainda pouco explorada. Normalmente, em outros veículos, o que define o preço é o conteúdo, não a forma de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ainda tem algo bem curioso: quem acessar o site vindo de mecanismos de busca ou redes sociais, não terá o acesso negado. Ou seja, o NYT continua com sua política de distribução e incentivo nas redes sociais, o que para mim parece bem acertado, pois tudo indica que as redes sociais serão (se já não são) as grandes plataformas de distribuição de conteúdo. Nadar contra essa corrente é se afogar na certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para incentivar os leitores a conhecerem o produto, o NYT está com uma &#8220;promoção&#8221;, cobrando apenas US$ 0,99 pelas quatro primeiras semanas de acesso. Um tipo de &#8220;degustação&#8221; já bastante explorada pelos veículos.</p>
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		<title>Para gostar de ler e compartilhar</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 12:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[eReaders]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[nook]]></category>

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		<description><![CDATA[
Livros, livros e mais livros&#8230; um dia será raro chegar numa casa e se deliciar com uma estante cheinha de livros para descobrirmos. Num momento em que &#8220;social&#8221; está na moda, parece meio paradoxal que estejamos caminhando para um mundo em que não trocaremos mais livros, não teremos mais sebos e nem exporemos nossas leituras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="nooksidebyside by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/5521080364/"><img class="aligncenter" src="http://farm6.static.flickr.com/5056/5521080364_36f8f0bccb.jpg" alt="nooksidebyside" width="500" height="372" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Livros, livros e mais livros&#8230; um dia será raro chegar numa casa e se deliciar com uma estante cheinha de livros para descobrirmos. Num momento em que &#8220;social&#8221; está na moda, parece meio paradoxal que estejamos caminhando para um mundo em que não trocaremos mais livros, não teremos mais sebos e nem exporemos nossas leituras na tribuna de honra das nossas salas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, pareceu muito pessimista o que eu disse. Lá no fundo, acho que sebos continuarão existindo, mas serão ainda mais raros e frequentados por gente considerada &#8220;esquisita&#8221;, dessas que tende a preferir coisas antigas. Serão os colecionadores de vinil de hoje. Talvez você também conserve alguns exemplares dos seus livros, por puro saudosismo, mas a verdade é: a leitura não será como a vemos hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Há um mês comprei meu primeiro eReader &#8211; um <a href="http://www.barnesandnoble.com/nookcolor/index.asp" target="_blank">Nook Color</a> &#8211; e tenho experimentado uma nova forma de consumir livros. Eu já lia livros eletrônicos no mac e no iPod Touch, mas ter um aparelho próprio para ler, faz toda a diferença. Decidi esperar um mês para escrever minhas impressões sobre meu mais novo melhor amigo, mas me surpreendi ao percerber que o mais importante ao falar de eReaders não é falar de suas configurações (muitos blogueiros mais especializados que eu já o fizeram) e sim da mudança que isso traz na vida de uma leitora assídua, como eu.</p>
<p style="text-align: justify;">Que não há o peso do papel, que há espaço para trocentos mil livros dentro de um aparelhinho de poucas gramas e bla bla bla&#8230; é meio obvio. Mas as mudanças foram muito além de facilitar o transporte dos meus livros. O Nook &#8211; ou qualquer outro eReader &#8211; é capaz de mudar comportamentos. Para começar, as possibilidades se amplificam, você passa a ter disponíveis inúmeras lojas no mundo onde possa comprar &#8211; ou às vezes baixar de graça &#8211; livros de todos os tipos. Sem precisar ir a uma livraria física ou pagar um frete (que às vezes é quase tão caro quanto o livro) e esperar dias ou semanas pelo seu pedido, a compra fica muito mais atrativa, e impulsiva também.</p>
<p style="text-align: justify;">E já no processo de compra começam as mudanças às quais me referia. Para começar. você não vai até uma livraria, toma um tempo procurando entre estantes, senta para ler orelhas ou troca informações com algum vendedor. A compra se torna um processo muito mais solitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois o livro &#8211; ou melhor, o arquivo &#8211; é baixado direto para seu aparelho e fica ali escondido. Se você ler no ônibus, por exemplo, ninguém ao redor saberá o que você está lendo, matando assim, a pequena &#8211; mas existente &#8211; possibilidade de alguém puxar conversa por causa do tal livro. Você não será rotulado pelo livro que está lendo, logo, você despertará menos interesse às pessoas à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Está bem, você pode estar pensando que isso que estou dizendo é muito etéreo, mas pense: nunca lhe perguntaram nada sobre algum livro que você tinha em mãos? Acho que sua resposta será &#8220;sim&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se abrem novas possibilidades como, por exemplo, compartilhar (outra palavra que está na moda). Antes, a gente emprestava um livro a um amigo já sabendo que, possivelmente, ele não retornaria à nossa estante. Com os ebooks, os livros podem ser multiplicados e espalhados para quem você quiser, mais de uma pessoa pode lê-lo ao mesmo tempo até. Isso sem falar nos recursos que muitos eReaders já trazem (e serão padrão no futuro) de compartilhar trechos em redes sociais. É tão simples: você destaca o que gostou e posta no Twitter ou no Facebook. Parece um detalhe, mas não é. Eu vejo como sementes que serão espalhadas ao vento e, encontrando um lugar propício, poderão germinar em outras terras. Ou seja, um trecho que você compartilha, poderá instigar um amigo a ler o livro inteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar também que a chegada da música digital coincidiu com o início da ruptura dos processos de produção, distribuição e venda de músicas. Gravadoras viram seus lucros despencarem, artistas consagrados ficaram menos ricos e, ao mesmo tempo, músicos iniciantes tiveram a oportunidade de fazer sucesso. Tudo isso porque alguém inventou essa tal do Mp3. Vendo esse cenário, não é difícil pensar o que pode acontecer com a indústria dos livros: grandes editoras terão que repensar seus processos, autores de renome verão seus lucros diminuírem, mas também novos autores terão oportunidades de viver de Literatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como o iTunes, Spotify e outros players com idéias novas indicaram o caminho a ser seguido pela indústria fonográfica, a <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/01/28/vendas-de-books-para-kindle-superam-as-de-livros-na-amazon-923632450.asp" target="_blank">Amazon parece dar sinais de como seguir em frente</a>, mas ainda acredito que outros players e novas ideáis precisarão surgir para equilibrar esse novo cenário na Literatura. Ainda há muitas livrarias &#8211; a prórpria Amazon, por exemplo &#8211; que vendem o livro com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Drm" target="_blank">DRM (Digital Right Management)</a>, uma forma de restringir o compartilhamento do arquivo com outras pessoas. O prórprio iTunes começou a vender música assim, mas teve que tirar a restrição por pressão dos usuários, que enxergam a compra de um arquivo como direito de posse, como se fosse um bem material qualquer. Faz todo o sentido. Quando compramos algo numa loja física, esse objeto passa a ser nosso e queremos ter o direito de decidir o que fazer com ele: dar, emprestar, etc. Com os livros não será diferente.</p>
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		<title>O Facebook como Portal de Notícias</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 09:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[postpost]]></category>

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		<description><![CDATA[O Facebook está se tornando &#8211; se já não se tornou &#8211; mais que uma rede social. Nele é possível, além de saber das últimas novidades dos amigos, se comunicar, buscar informações e ficar por dentro de tendências. Conseguiu ir mais além que qualquer outra rede no mundo e entrou de vez na vida dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.facebook.com/lucianacouto" target="_blank">Facebook</a> está se tornando &#8211; se já não se tornou &#8211; mais que uma rede social. Nele é possível, além de saber das últimas novidades dos amigos, se comunicar, buscar informações e ficar por dentro de tendências. Conseguiu ir mais além que qualquer outra rede no mundo e entrou de vez na vida dos seus usuários. Estima-se que metade dos cadastrados (mais de 500 milhões no mundo todo) se conectam no FB todos os dias e que um quarto o acesse via celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, a sua abertura para aplicativos &#8211; incluindo uns muito bons para acessá-lo via celular &#8211; é, ao menos para mim, um dos grandes diferenciais do Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">E se ele ainda não é a maior rede social aqui no Brasil (vale lembrar que o Orkut só vingou aqui e na Índia e lá já foi superado pelo FB), no resto do mundo ele está indo além de se tornar sinônimo de internet e está virando sinônimo de internet. <a href="http://www.lucianacouto.com/pt/para-viver-no-futuro/" target="_self">No livro do Nick Bilton que eu já citei aqui</a>, o autor chama a atenção para um fenômeno que vem acontecendo entre os jovens norte-americanos: o Facebook virou portal de notícias.</p>
<p style="text-align: justify;">E antes que você torça o nariz para falar &#8220;ai, mas fotos e vídeos de amigos não são notícias&#8221;, saiba que vários estudos sobre Jornalismo já demonstraram que as notícias locais têm mais importância para os leitores que as ocorridas em um lugar distância. Ou seja, para você é mais importante um acidente de carro na esquina da sua casa que o deixou sem luz por algumas horas que uma tragédia com cem mortos na China. O Facebook está apenas potencializando essa tendência.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem falar que o Facebook &#8211; ao lado do <a href="http://www.twitter.com/lucianacouto" target="_blank">Twitter</a> &#8211; é uma das principais plataformas de compartilhamento de conteúdo atualmente e não são apenas fotos e vídeos caseiros que aparecem na timeline. As pessoas também compartilham, intensamente, links de notícias de portais renomados, propagando informações de fontes confiáveis em um ambiente, aparentemente, lúdico. Além do mais, seus amigos, provavelmente, possuem interesses parecidos aos seus, o que aumenta as chances de você se interessar pelas notícias que eles postam.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu vivo argumentando com as pessoas sobre isso do Facebook virar &#8220;Portal de Notícias&#8221; e nem sempre acreditam que isso pode ser verdade. Pois hoje descobri um site que transforma a timeline do Facebook em o quê??? Portal! O <a href="http://www.postpost.com" target="_blank">PostPost</a> distribui os feeds de amigos, páginas e grupos de forma que as atualizações fiquem com a cara de um portal noticioso. E sabe de uma coisa? Adorei! Achei super prático e mais atraente para ler. Recomendo que experimentem.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho certeza que depois que você utilizar esse aplicativo vai enxergar o Facebook com outros olhos!</p>
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		<title>A gigantesca estante do Google</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 23:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>
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O Google anunciou a sua esperada (ao menos por mim) loja de livros digitais: a Google eBookstore. Em um mercado tão promissor, mas ainda engatinhando (aqui no Brasil) como esse, é sempre bem-vindo um ponta-pé do Google para fazer a coisa funcionar, né? E como sempre, a empresa de Mountain View já começa soltando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZKEaypYJbb4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/ZKEaypYJbb4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O Google anunciou a sua esperada (ao menos por mim) loja de livros digitais: a <a href="http://books.google.com/ebooks" target="_blank">Google eBookstore</a>. Em um mercado tão promissor, mas ainda engatinhando (aqui no Brasil) como esse, é sempre bem-vindo um ponta-pé do Google para fazer a coisa funcionar, né? E como sempre, a empresa de Mountain View já começa soltando um número gigantesco: são 3 milhões de livros disponíveis. E por enquanto!</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo a tendência de serviço em núvem, a loja não só &#8220;vende&#8221; o livro, mas também o armazena em uma conta do usuário para que possa ser lido em diferentes devices: computador, iPhone, celulares com Android e leitores de ebooks, como o <a href="http://www.barnesandnoble.com/nook/index.asp" target="_blank">Nook</a> por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, somente usuários dos Estados Unidos podem adquirir os livros pagos, mas os gratuitos já podem ser baixados por nós, brasileiros. Ainda não encontrei o aplicativo na App Store brasileira (e também não está disponível para Android), mas espero que lancem logo por aqui. Enquanto isso podemos ler os livros no navegador, o que é muito menos confortável, mas pelo menos já dá um gostinho do que está por vir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é a vantagem do Google eBookStore?</strong> Primeiro, players nunca são demais, ainda mais quando vemos que os preços praticados em ebooks estão bem próximos aos livros reais. Segundo, o Google não estando vinculado diretamente a nenhuma loja ou editora, certamente poderá ofertar edições variadas, fazendo com o que o número de títulos seja maior e os preços, possivelmente, mais baixos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que o Google entrou nessa?</strong> O mercado de ebooks é bem promissor, com expectativa de faturamento de US$ 1 Bi em 2010, só nos Estados Unidos. A Amazon &#8211; fornecedora do <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B002Y27P3M/ref=sv_kinh_0" target="_blank">Kindle</a>, o ereader mais popular &#8211; já anunciou que <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/10/amazon-vende-2-vezes-mais-livros-digitais-que-impressos.html" target="_blank">vende mais edições de ebooks que cópias de livros em papel</a>. Sem falar, que o Google já demonstrou que quer estar presente não só no computador, mas também na TV, no celular, ou em qualquer device que possa veicular publicidade. Não acho difícil vermos a incorporação de anúncios aos ebooks e quem melhor que o Google para fazer isso, né? Aliás, torço por isso, tudo que venha para baratear e democratizar o acesso aos livros será festejado.</p>
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		<title>Para viver no futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 00:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os tempos não são mais o mesmos. O computador, que inicialmente era um trambolho usado para cálculos matemáticos, se tornou pessoal e ocupou um espaço em nossas vidas que talvez nem os que primeiro o idealizaram pudessem prever. Hoje ele é companheiro, pode estar no quarto, na sala, na escola, na lan house, no celular,&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://g.virbcdn.com/_f/cdn_images/resize_1280x640/21/PageImage-482797-1765028-bkbooththefuture511.jpg"><img class="aligncenter" title="Nick Bilton" src="http://g.virbcdn.com/_f/cdn_images/resize_1280x640/21/PageImage-482797-1765028-bkbooththefuture511.jpg" alt="" width="600" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos não são mais o mesmos. O computador, que inicialmente era um trambolho usado para cálculos matemáticos, se tornou pessoal e ocupou um espaço em nossas vidas que talvez nem os que primeiro o idealizaram pudessem prever. Hoje ele é companheiro, pode estar no quarto, na sala, na escola, na lan house, no celular,&#8230; e claro, modificou nossos hábitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hábitos que vão desde o tempo em que gastamos com TV e outras fontes de entretenimento, até como nos comunicamos e buscamos informação. Essa quebra de paradigmas trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do consumo de mídias: os jornais irão sobreviver? Vou carregar todos os meus livros no bolso? Pagaremos por música ou filmes online? Enfim, questionamentos que envolvem muitos interesses sociais e econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro desse cenário, achei interessante o livro <a href="http://www.nickbilton.com/book/" target="_blank">I live in the future</a>, de Nick Bilton, jornalista e pesquisador de novas tendências do New York Times, onde ele trás à tona questões como essa, desde o ponto de vista de quem estuda e acompanha essas mudanças diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A tradução livre do título sería &#8220;Eu vivo no futuro&#8221; e é isso mesmo que pensamos ao lê-lo, já que o jornalista fala como se pudesse enxergar coisas que a maioria das pessoas ainda não consegue ver. Aborda a ascensão da Geração Y (tão comentada, mas na minha opinião, ainda não compreendia profundamente) e como iremos consumir mídias (sejam impressas, visuais ou de áudio) no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar quem precisa entender esse novo cenário, fiz uma apresentação-resumo como os pontos-chave do livro, mas super recomendo sua leitura. Destaque para o capítulo em que Bilton nos conta como aprender com a indústria pornô, que parece sempre pensar primeiro que as demais.</p>
<p><object id="doc_938499430154143" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_938499430154143" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><embed id="doc_938499430154143" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_938499430154143"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O livro ainda não chegou ao Brasil. Quem quiser, pode comprá-lo na Amazon na sua <a href="http://www.amazon.com/Live-Future-Heres-How-Works/dp/0307591115" target="_blank">versão física</a> ou, como eu, comprar a <a href="http://www.amazon.com/Live-Future-Heres-Works-ebook/dp/B003B0W1SK/ref=tmm_kin_title_0?ie=UTF8&amp;m=AGFP5ZROMRZFO" target="_blank">versão digital</a> que pode ser lida nos aplicativos Kindle em qualquer <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_pc_mkt_lnd?docId=1000426311" target="_blank">PC</a>, <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_mac_mkt_lnd?docId=1000464931" target="_blank">Mac</a>, <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_iphone_mkt_lnd?docId=1000301301" target="_blank">iPhone</a>&#8230;</p>
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		<title>Dá para entender a cabeça de um gênio?</title>
		<link>http://www.lucianacouto.com/pt/da-para-entender-a-cabeca-de-um-genio/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[a cabeça de steve jobs]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Já fazia dias que estava procurando o tempo (ou a inspiração) para escrever minha humilde resenha sobre o livro A cebça de Steve Jobs, de Leander Kahney. Digo humilde por duas razões: primeira, quem sou eu para ter a pretensão de escrever uma resenha nos parâmetros que o gênero pede; e segundo, porque tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="DSC03160 by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/4937590817/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4093/4937590817_22f1acf8c8.jpg" alt="DSC03160" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">Já fazia dias que estava procurando o tempo (ou a inspiração) para escrever minha humilde resenha sobre o livro <em>A cebça de Steve Jobs</em>, de Leander Kahney. Digo humilde por duas razões: primeira, quem sou eu para ter a pretensão de escrever uma resenha nos parâmetros que o gênero pede; e segundo, porque tudo o que diz respeito ao Sr. Jobs tem que ser humilde diante do tamanho do ícone que ele transformou. Digamos, é uma apreciação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Acho que o primeiro que se nota no livro é a linguagem bem objetiva que Kanney utiliza para passar sua mensagem, que eu diria um tanto superficial para quem diz que o livro mostra &#8220;a cabeça de Steve Jobs&#8221; (se é que o próprio Steve sabe o que passa dentro dela), pois se limita a narrar fatos contados por suas fontes sobre momentos do personagem na Apple. Ok,  suas ações mostram um pouco do que ele é: detalhista, <em>workaholic</em>, obsessivo e centralizador; características que não são nenhuma novidade quando falamos dele.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ao término de cada capítulo, o autor enumera o que ele chama de &#8220;Lições de Steve&#8221; que também não demonstram muita originalidade, afinal, &#8220;conselhos&#8221; do tipo &#8220;seja determinado&#8221;, &#8220;busque a mais alta qualidade&#8221; e &#8220;invista em pessoas&#8221; podem ser encontrados neste livro, em livros sobre <em>Management</em>, auto-ajuda e até horóscopo. Achei muito obvio e, por vezes, muito repetitivo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Se eu tivesse que recomendá-lo, não o faria para alguém que procura aprender algo profundo e sim para quem quer passar um tempo lendo fatos curiosos sobre a Apple numa tarde de domingo. Afinal, quando você convive com <em>geeks</em> é sempre bom ter na manga o &#8220;sabe de onde vem o nome ipod?&#8221;, ou &#8220;sabe como chegaram à interface do Mac OS?&#8221;&#8230; ok, a maioria já deve saber antes de você.</p>
<p style="text-align: justify; ">Enfim, leia porque você vai ver seu iPod com outros olhos depois de entender como chegaram ao design final e entender que cada coisa tem um motivo para estar no lugar que está (ou não estar). Mas não leia pensando em ter uma biografia do Steve Jobs ou realmente saber o que tem na &#8220;cabeça do Steve Jobs&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; ">Entre as partes interessantes, eu citaria:<br />
- A volta de Steve Jobs à Apple e sua decisão de reduzir toda a linha de produtos da empresa a apenas quatro modelos de computadores. Isso fez com que a empresa tivesse foco (lição que deveria ser aprendida pela Sony e pela Nokia, não?).<br />
- Steve é famoso por ser centralizador, mas há algo importante na sua centralização, pois ele só mete a mão naquilo que entende. Ou seja, ele se concentra naquilo em que é bom e delega todo o resto. Não adianta querer ser bom em tudo, é melhor se concentrar no seu dom e deixar que outros se concentrem nos deles.<br />
- Jobs não acredita muito em pesquisas com consumidores, pois segundo ele, as pessoas não sabem o que querem até que você mostre a elas. Trocando em miúdos: não apenas satisfaça as necessidades das pessoas, crie as necessidades nelas.</p>
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		<title>Twitter offline: pequena experiência de inclusão digital</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornal daqui]]></category>
		<category><![CDATA[twitetr]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei em várias quetsões por trás de uma ação aparentemente até ingênua.
O Jornal Daqui (não tem nem site) foi fundado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei em várias quetsões por trás de uma ação aparentemente até ingênua.</p>
<p style="text-align: justify;">O Jornal Daqui (não tem nem site) foi fundado em 2007 para atender a um público da Região Metropolitanda de Goiânia que não era atingido pelos jornais considerados de elite. Além do preço atrativo para o público-alvo, R$ 0,50, a linguagem simples e assuntos locais ajudaram o jornal a alcançar a 6ª posicão do ranking de jornais com maior circulação do país, segundo dados do IVC.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, mas não foi isso o que me chamou  atenção e sim um &#8220;canal de comunicação&#8221; que o jornal tem com os leitores. Como eu disse, ele ainda não tem um site próprio, mas conta com um <a href="http://twitter.com/daqwitter" target="_blank">perfil no Twitter</a>. Nada anormal também. O diferencial está no uso que ele faz do microblog. Em cada edição vem um cupom com um espaço para 140 caracteres que o leitor pode preencher, recortar e depositar em urnas espalhadas pela cidade. Todo dia, um &#8220;twitt&#8221; de leitor é escolhido para ser publicado no jornal. No sábado, são dez os escolhidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo que andei lendo no <a href="http://twitter.com/daqwitter" target="_blank">perfil do Twitter deles</a>, funciona como aqueles antigos &#8220;Correio do Amor&#8221; de Festas Juninas em que fulano manda recado para ciclana, lembra? As pessoas aprovietam para fazer reclamações à Prefeitura e outros orgãos públicos, ou até mesmo fazer sugestões ao jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">À primeira vista parece uma idéia boba e até patética, mas se pesnamos bem, imagine quanta voz não estão dando a pessoas que não têm canais de comunicação para fazerem suas reclamacções! Se vamos mais além podemos até chegar a pensar que é uma forma de inclusão digital, bem primária ou talvez tosca, mas é ao menos uma iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, entre tantos grandes veículos que vemos sub-utilizando o Twitter ao resumir o microblog como canal de distribuição de feeds do site principal e outros grandes que já perceberam sua força para divulgação de informações imediatas e canal de relacionamento com o leitor, presenciamos uma experiência que vai mais além do senso comum e conseguiu burlar um obstáculo que muitos jornais pequenos devem ter: a falta de meios do leitor para se comunicar ou se fazer perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu descobri este caso lendo <a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&amp;p2=idnot%3d56325%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d169626%26fnt%3dfntnl&amp;rss=on" target="_blank">este artigo no Comunique-se</a>.</p>
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		<title>O Congresso de portas (e dados) abertos</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não sei como classificar]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Aberto]]></category>

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		<description><![CDATA[Basta de reclamar e não fazer nada! Não está satisfeito com a situação do país? Pois faça algo para mudar, ou pelo menos fiscalize os seus representantes e se certifique que estão cumprindo o seu papel. Acha isso muito difícil? O site Congresso Aberto está aí para derrubar a desculpa que não dá pra fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Basta de reclamar e não fazer nada! Não está satisfeito com a situação do país? Pois faça algo para mudar, ou pelo menos fiscalize os seus representantes e se certifique que estão cumprindo o seu papel. Acha isso muito difícil? O site <a href="http://www.congressoaberto.com.br/feed/" target="_blank">Congresso Aberto</a> está aí para derrubar a desculpa que não dá pra fazer nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em formato de blog, super direto e funcional, o Congresso Aberto informa a população o que os políticos têm feito no Congresso. E vai mais além de jogar dados no ventilador, utiliza gráficos que mostram de maneira mais clara as votações, relaciona as proposições na fila, resume as atuações dos deputados, entre outras coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvido de forma independente por cientistas políticos, o site ainda está em fase de testes, mas já traz uma contribuição enorme para quem se preocupa com os rumos que o nosso país toma. Espero que seja só o início de um grande projeto e que também incentive outras pessoas a pensarem em soluções que melhorem nosso exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe de adicionar o <a href="http://www.congressoaberto.com.br/feed/" target="_blank">feed</a>. É praticamente um dever como brasileiro.</p>
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    <a class="a2a_dd addtoany_share_save" onmouseover="a2a_show_dropdown(this)" onmouseout="a2a_onMouseOut_delay()" href="http://www.addtoany.com/share_save?sitename=Luciana%20Couto&amp;siteurl=http%3A%2F%2Fwww.lucianacouto.com%2Fpt%2F&amp;linkname=O%20Congresso%20de%20portas%20%28e%20dados%29%20abertos&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.lucianacouto.com%2Fpt%2Fo-congresso-de-portas-e-dados-abertos%2F"><img src="http://www.lucianacouto.com/pt/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.gif" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a>

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