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Os ciclos de uma inovação Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo... e quando percebemos, passou....

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A teoria dos círculos sociais do Google+ Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não...

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NYT: Um passo atrás, dois passos à frente E a atenção está voltada ao New York Times. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online...

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Para gostar de ler e compartilhar Livros, livros e mais livros... um dia será raro chegar numa casa e se deliciar com uma estante cheinha de livros para descobrirmos. Num momento em que "social" está na moda, parece meio paradoxal...

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Por que as pessoas compartilham conteúdo?

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Marketing Digital, Redes Sociais, Sociedade | Posted on 21-07-2011

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Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares (ou muito mais), que tanto produtores de conteúdo como marketers se fazem diariamente. Para tentar ao menos formular uma hipótese, o New York Times realizou um estudo com 2,5 mil pessoas nas cidades de Nova York, Chicago e São Francisco.

Um dos primeiros insights chega a ser óbvio, mas interessante: o hábito de compartilhar conteúdo não é novo. Nós já fazíamos isso quando comentávamos uma notícia com um vizinho, mostrava o álbum de fotos de viagem a um amigo, etc. Porém, as novas ferramentas online potencializaram essas possibilidades e hoje, com poucos cliques, compartilhamos conteúdo com muito mais pessoas e em muito menos tempo.

E essa quantidade maior de compartilhamento, relações interpessoais e conteúdo não é sinônimo apenas de facilidade, mas também de exagero. Muitas fontes de informação e fluxos mais complexos podem ser realmente estressantes e agir no sentido inverso ao desejado: gerar a sensação de defasagem.  Quanto mais conteúdo somos expostos, maior a sensação de não ter tempo de absorver tudo.

Então aparecem números interessantes: 73% dos respondentes afirmaram que se aprofundam mais na informação quando a compartem e 85% disseram que os comentários de outras pessoas ajudam no entendimento da mensagem. Resumindo, as pessoas assimilam mais quando passam algo adiante. É quase aquela expressão que diz que ensinar é a melhor forma de aprender mais sobre um assunto.

Mas e a pergunta que não quer calar: por que as pessoas compartilham: 94% das pessoas compartilham o que julgam importante para seus contatos e 49% disseram que compartilhar informação sobre um produto encoraja os demais a conhecê-lo. Até aí meio obvio, né? Porém 66% dos entrevistados responderam que o conteúdo que eles compartilham ajudam a mostrar quem eles são e o que lhes interessa, e 73% que a ação os possibilita se conectar com outras pessoas com os mesmos interesses. Enfim, com essas respostas podemos chegar à conclusão de que os usuários de redes sociais as utilizam para atestarem uma personalidade e firmarem sua posição em seu meio social – seja offline ou online.

O estudo ainda divide os usuários em seis “personas” distintas: altruístas, profissionais, produtores de tendências, bumerangues, conectores e curadores; mas não dá mais detalhes sobre cada uma delas.

E para terminar, ainda dita um guia com 7 indicações para ter seu conteúdo compartilahdo pelos internautas:
1) Motivação para o usuário se conectar a outro
2) Confiança
3) Deixe o conteúdo simples
4) Apele para o senso de humor
5) Abrace o senso de urgência
6) Não se esqueça que ter o conteúdo compartilhado é apenas o começo
7) E-mail ainda é o número 1

Para quem quiser baixar a apresentação do estudo, ela está disponível para download neste link.

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Super Poderosas

Posted by Luciana | Posted in Livros, Sociedade | Posted on 26-06-2011

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O papel da mulher sempre foi o que sofreu mais mudanças na sociedade, com o passar das épocas. E não é de hoje que entender a cabeça do público feminino é encarado como desafio pelos anunciantes (e homens também). Não dá para tentar entendê-las pensando como no século passado, o mundo mudou e elas (nós) mudaram mais ainda.

O grupo Bolsa de Mulher resolveu sair a campo e perguntar: afinal, o que querem essas mulheres super poderosas? Daí saiu o livro Poderosas Consumidoras, de Andiara Petterle e Bruno Maletta, que concentra os principais resultados desse estudo. Não traz uma análise profunda dos dados, mas é interessante para conhecer os números que cercam as mulheres brasileiras. Por exemplo:

- 66% do consumo no Brasil é controlado por mulheres.
- Mesmo quando não tomam a decisão de compra, são influenciadoras na aquisição de serviços de lazer, turismo, saúde e educação dos filhos.
- Carreira e educação estão entre suas prioridades.
- As mulheres estão se casando mais tarde.
- Querem desempenhar bem todos os papéis (mãe, esposa, profissional…) e  buscam sempre um equilíbrio.
- Gostam de praticidade, pois não têm tempo a perder.
- 37% das mulheres querem chegar à Presidência de alguma empresa.
- São conectadas, multi-mídias e se interessam por opiniões que lêem na internet.
- 46% das mulheres entrevistadas jogam online. A preferência é por casual games e não gostam de pagar por isso.
- Entre os produtos de tecnologia, os mais comprados são celular comum (88%), câmera fotográfica (75%) e mp3 player (61%).
- 75% pesquisam preços na internet.

Enfim, o livro traz muitos gráficos, com muitos mais números sobre o público feminino que ajudam quem (homens) pretende atingir esse público, seja com publicidade, conteúdo, serviço ou produto. Vale a pena reservar umas horinhas para mergulhar nesse mundo cor-de-rosa.

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Novos meios e (ainda) velhos métodos

Posted by Luciana | Posted in Sociedade | Posted on 03-06-2011

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E não é que a Justiça da Malásia (como tantas outras) ainda não entendeu a dinâmica da internet? Um homem foi condenado a publicar uma mesma mensagem de pedido de desculpas cem vezes (!!!), depois que ele reclamou de uma revista no Twitter.

O que a entidade não contava (ou não tinha a menor idéia) era que o caso fosse repercutir e o tal @fahmi_fadzil começaria a ganhar cada vez mais seguidores curiosos com a história. O descontetamento de escala limitada repercurtiu mundialmente, ou seja, a revista ficou com a imagem muito mais manchada.

Passo da hora de parar de enxergar os meios de comunicação (o Twitter por assim dizer) como exclusivos produtores de informação em sentido único. A internet trouxe novas possibilidades de manifestação de opinião e não compreender isso (e não aprender a lidar) resultará em prejuízo para as marcas. Usar o método arcaico de sair processando a tudo e a todos funcionará cada vez menos daqui pra frente.

Não digo que a revista deveria ignorar a crítica, mas seria muito melhor tentar um diálogo com o usuário, como muitas empresas já fazem. Poderia até mesmo ter transformado a irritação dele em simpatia.

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Para viver no futuro

Posted by Luciana | Posted in Internet, Jornalismo, Livros, Sociedade, Tecnologia | Posted on 25-11-2010

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Os tempos não são mais o mesmos. O computador, que inicialmente era um trambolho usado para cálculos matemáticos, se tornou pessoal e ocupou um espaço em nossas vidas que talvez nem os que primeiro o idealizaram pudessem prever. Hoje ele é companheiro, pode estar no quarto, na sala, na escola, na lan house, no celular,… e claro, modificou nossos hábitos.

Hábitos que vão desde o tempo em que gastamos com TV e outras fontes de entretenimento, até como nos comunicamos e buscamos informação. Essa quebra de paradigmas trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do consumo de mídias: os jornais irão sobreviver? Vou carregar todos os meus livros no bolso? Pagaremos por música ou filmes online? Enfim, questionamentos que envolvem muitos interesses sociais e econômicos.

Dentro desse cenário, achei interessante o livro I live in the future, de Nick Bilton, jornalista e pesquisador de novas tendências do New York Times, onde ele trás à tona questões como essa, desde o ponto de vista de quem estuda e acompanha essas mudanças diariamente.

A tradução livre do título sería “Eu vivo no futuro” e é isso mesmo que pensamos ao lê-lo, já que o jornalista fala como se pudesse enxergar coisas que a maioria das pessoas ainda não consegue ver. Aborda a ascensão da Geração Y (tão comentada, mas na minha opinião, ainda não compreendia profundamente) e como iremos consumir mídias (sejam impressas, visuais ou de áudio) no futuro.

Para ajudar quem precisa entender esse novo cenário, fiz uma apresentação-resumo como os pontos-chave do livro, mas super recomendo sua leitura. Destaque para o capítulo em que Bilton nos conta como aprender com a indústria pornô, que parece sempre pensar primeiro que as demais.

O livro ainda não chegou ao Brasil. Quem quiser, pode comprá-lo na Amazon na sua versão física ou, como eu, comprar a versão digital que pode ser lida nos aplicativos Kindle em qualquer PC, Mac, iPhone

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O Congresso de portas (e dados) abertos

Posted by Luciana | Posted in Não sei como classificar, Política, Sociedade | Posted on 06-10-2009

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Basta de reclamar e não fazer nada! Não está satisfeito com a situação do país? Pois faça algo para mudar, ou pelo menos fiscalize os seus representantes e se certifique que estão cumprindo o seu papel. Acha isso muito difícil? O site Congresso Aberto está aí para derrubar a desculpa que não dá pra fazer nada.

Em formato de blog, super direto e funcional, o Congresso Aberto informa a população o que os políticos têm feito no Congresso. E vai mais além de jogar dados no ventilador, utiliza gráficos que mostram de maneira mais clara as votações, relaciona as proposições na fila, resume as atuações dos deputados, entre outras coisas.

Desenvolvido de forma independente por cientistas políticos, o site ainda está em fase de testes, mas já traz uma contribuição enorme para quem se preocupa com os rumos que o nosso país toma. Espero que seja só o início de um grande projeto e que também incentive outras pessoas a pensarem em soluções que melhorem nosso exercício da cidadania.

Não deixe de adicionar o feed. É praticamente um dever como brasileiro.

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