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Para gostar de ler e compartilhar Livros, livros e mais livros... um dia será raro chegar numa casa e se deliciar com uma estante cheinha de livros para descobrirmos. Num momento em que "social" está na moda, parece meio paradoxal...

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Por que as pessoas compartilham conteúdo?

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Marketing Digital, Redes Sociais, Sociedade | Posted on 21-07-2011

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Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares (ou muito mais), que tanto produtores de conteúdo como marketers se fazem diariamente. Para tentar ao menos formular uma hipótese, o New York Times realizou um estudo com 2,5 mil pessoas nas cidades de Nova York, Chicago e São Francisco.

Um dos primeiros insights chega a ser óbvio, mas interessante: o hábito de compartilhar conteúdo não é novo. Nós já fazíamos isso quando comentávamos uma notícia com um vizinho, mostrava o álbum de fotos de viagem a um amigo, etc. Porém, as novas ferramentas online potencializaram essas possibilidades e hoje, com poucos cliques, compartilhamos conteúdo com muito mais pessoas e em muito menos tempo.

E essa quantidade maior de compartilhamento, relações interpessoais e conteúdo não é sinônimo apenas de facilidade, mas também de exagero. Muitas fontes de informação e fluxos mais complexos podem ser realmente estressantes e agir no sentido inverso ao desejado: gerar a sensação de defasagem.  Quanto mais conteúdo somos expostos, maior a sensação de não ter tempo de absorver tudo.

Então aparecem números interessantes: 73% dos respondentes afirmaram que se aprofundam mais na informação quando a compartem e 85% disseram que os comentários de outras pessoas ajudam no entendimento da mensagem. Resumindo, as pessoas assimilam mais quando passam algo adiante. É quase aquela expressão que diz que ensinar é a melhor forma de aprender mais sobre um assunto.

Mas e a pergunta que não quer calar: por que as pessoas compartilham: 94% das pessoas compartilham o que julgam importante para seus contatos e 49% disseram que compartilhar informação sobre um produto encoraja os demais a conhecê-lo. Até aí meio obvio, né? Porém 66% dos entrevistados responderam que o conteúdo que eles compartilham ajudam a mostrar quem eles são e o que lhes interessa, e 73% que a ação os possibilita se conectar com outras pessoas com os mesmos interesses. Enfim, com essas respostas podemos chegar à conclusão de que os usuários de redes sociais as utilizam para atestarem uma personalidade e firmarem sua posição em seu meio social – seja offline ou online.

O estudo ainda divide os usuários em seis “personas” distintas: altruístas, profissionais, produtores de tendências, bumerangues, conectores e curadores; mas não dá mais detalhes sobre cada uma delas.

E para terminar, ainda dita um guia com 7 indicações para ter seu conteúdo compartilahdo pelos internautas:
1) Motivação para o usuário se conectar a outro
2) Confiança
3) Deixe o conteúdo simples
4) Apele para o senso de humor
5) Abrace o senso de urgência
6) Não se esqueça que ter o conteúdo compartilhado é apenas o começo
7) E-mail ainda é o número 1

Para quem quiser baixar a apresentação do estudo, ela está disponível para download neste link.

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A teoria dos círculos sociais do Google+

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Livros, Redes Sociais | Posted on 15-07-2011

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Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não nos perguntamos de onde surgiu isso ou aquilo, por mais que faça parte do nosso dia-a-dia ou seja algo realmente revolucionário.

Há poucas semanas, o Google deu o seu passo mais importante, até agora, de reação frente ao sucesso do Facebook como rede social (ou plataforma). O Google +, que de forma simplória o chamaremos de nova rede social online, tenta captar a atenção (e as atividades) dos 750 milhões de usuários presentes no Facebook atualmente.

Com uma cara muito parecida à do Facebook (à primeira vista) e uma experiência muito diferente da do Orkut – a rede social do Google quase que bastarda – o Google + trouxe consigo um conceito novo(?) de conexões sociais em círculos. Porém, como todo grande projeto, este também tem seus bastidores e, devido a um fato no mínimo curioso, um detalhe que seria mais precisamente um livro pode nunca chegar às mãos dos leitores.

Paul Adams que, aparentemente, é o idealizador do conceito de “círculos” do Google + escreveu um livro sobre sua teoria quando trabalhava no Google, sendo  que a publicação foi inicialmente autorizada pelo empresa mas posteriormente desautorizada quando o Google + começou a sair do papel. Adams acabou deixando a empresa para ser pesquisador do Facebook e, recentemente, veio a público pedir que o Google volte atrás e o permita publicar o seu livro.

Social circles, que chegou inclusive a ser anunciado na Amazon, explicaria a teoria de Adams, com estudos feitos pelo autor sobre as relações entre os círculos de amizades reais das pessoas e suas implicações quando transportados para o mundo virtual. Infelizmente, talvez nunca cheguemos a ler o tal livro e compreender com profundidade seus conceitos, mas vale a pena ler e entender a apresentação abaixo, em que Adams expõe os principais tópicos da sua teoria. Enfim, é, digamos, um resumo do livro que talvez nunca poderemos ler.

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O Facebook como Portal de Notícias

Posted by Luciana | Posted in Facebook, Redes Sociais | Posted on 08-12-2010

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O Facebook está se tornando – se já não se tornou – mais que uma rede social. Nele é possível, além de saber das últimas novidades dos amigos, se comunicar, buscar informações e ficar por dentro de tendências. Conseguiu ir mais além que qualquer outra rede no mundo e entrou de vez na vida dos seus usuários. Estima-se que metade dos cadastrados (mais de 500 milhões no mundo todo) se conectam no FB todos os dias e que um quarto o acesse via celular.

Aliás, a sua abertura para aplicativos – incluindo uns muito bons para acessá-lo via celular – é, ao menos para mim, um dos grandes diferenciais do Facebook.

E se ele ainda não é a maior rede social aqui no Brasil (vale lembrar que o Orkut só vingou aqui e na Índia e lá já foi superado pelo FB), no resto do mundo ele está indo além de se tornar sinônimo de internet e está virando sinônimo de internet. No livro do Nick Bilton que eu já citei aqui, o autor chama a atenção para um fenômeno que vem acontecendo entre os jovens norte-americanos: o Facebook virou portal de notícias.

E antes que você torça o nariz para falar “ai, mas fotos e vídeos de amigos não são notícias”, saiba que vários estudos sobre Jornalismo já demonstraram que as notícias locais têm mais importância para os leitores que as ocorridas em um lugar distância. Ou seja, para você é mais importante um acidente de carro na esquina da sua casa que o deixou sem luz por algumas horas que uma tragédia com cem mortos na China. O Facebook está apenas potencializando essa tendência.

Sem falar que o Facebook – ao lado do Twitter – é uma das principais plataformas de compartilhamento de conteúdo atualmente e não são apenas fotos e vídeos caseiros que aparecem na timeline. As pessoas também compartilham, intensamente, links de notícias de portais renomados, propagando informações de fontes confiáveis em um ambiente, aparentemente, lúdico. Além do mais, seus amigos, provavelmente, possuem interesses parecidos aos seus, o que aumenta as chances de você se interessar pelas notícias que eles postam.

Eu vivo argumentando com as pessoas sobre isso do Facebook virar “Portal de Notícias” e nem sempre acreditam que isso pode ser verdade. Pois hoje descobri um site que transforma a timeline do Facebook em o quê??? Portal! O PostPost distribui os feeds de amigos, páginas e grupos de forma que as atualizações fiquem com a cara de um portal noticioso. E sabe de uma coisa? Adorei! Achei super prático e mais atraente para ler. Recomendo que experimentem.

Tenho certeza que depois que você utilizar esse aplicativo vai enxergar o Facebook com outros olhos!

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