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	<title>Luciana Couto &#187; Jornalismo</title>
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	<description>Minha vida, meu mundo, meu simulacro</description>
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		<title>O (novo) Negócio de Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 11:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[meios de comunicacao]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação está sempre se reinventando. Os negócios de comunicação agora também se reinventam. A história nos ensina que cada novo meio que surgiu trouxe rupturas, incertezas e novas formas de consumir informação. Quando a rádio surgiu, muitos decretaram o fim dos jornais impressos e quando a TV surgiu previram o fim do rádio. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A comunicação está sempre se reinventando. Os negócios de comunicação agora também se reinventam. A história nos ensina que cada novo meio que surgiu trouxe rupturas, incertezas e novas formas de consumir informação. Quando a rádio surgiu, muitos decretaram o fim dos jornais impressos e quando a TV surgiu previram o fim do rádio. Com a internet, preveem o fim do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa, as mudanças nunca foram tão profundas e aceleradas. O meio novato sempre teve que se adaptar a uma nova linguagem e todos reencontraram seus nichos. Trocando em miúdos, no final ficava cada macaco no seu galho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que surge a internet, que não só cria (ou procura) sua própria linguagem, como se apropria das demais e força todas as outras mídias a repensarem seu posicionamento na sociedade. E aí entra um ponto importante, o negócio das empresas nunca havia sofrido uma mudança tão brusca, cada meio que surgia, incorporava, à sua maneira, a publicidade como fonte de receita. E agora a internet, ela própria, ainda não encontrou seu modelo para fazer dinheiro. E desde então, todos colocaram seu chapéu de Indiana Jones e saíram à caça desse Santo Graal.</p>
<p style="text-align: justify;">Larry Digma, assim como muitos outros, saiu atrás do tesouro. Ainda não o encontrou, mas seu livro (eu prefiro chamá-lo de artigo extenso) traz algumas questões interessantes sobre o tema. Não é nada muito profundo, mas ajuda quem quer começar a entender os problemas e as (possíveis) soluções para o futuro do Jornalismo. Por isso mesmo, eu o indico, prioritariamente, a estudantes de Comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus argumentos não fogem do que já se vem falando e, em muitos aspectos, vão ao encontro do que <a href="http://www.lucianacouto.com/pt/para-viver-no-futuro/" target="_blank">Nick Billton escreveu em seu livro I live in the future</a>. Mas o que mais me interessou foi o direcionamento que ele deu, como se se destinasse aos que estão na base da pirâmide, os jornalistas (mais um motivo para estudantes lerem). O autor explica as transformações no processo de construção da notícia e a quebra de paradgmas, principalmente, na distribuição da informação. Antes o jornalista &#8220;apenas&#8221; precisa escrever um texto claro, contando os acontecimentos. Hoje ele precisa ter em mente a cadeia de valor completa, pensar em como divulgar uma informação em tempos de compartilhamento de conteúdo e multiplicação de fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, um dos pontos mais importantes que ele coloca é que, ao contrário do que se grita por aí, o conteúdo não é mais o rei e sim a distribuição, portanto, players que focam nesta etapa, reinarão.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, vale a pena ler os pontos que separei do livro abaixo, mas também recomendo lê-lo por completo. <a href="http://www.amazon.com/Business-Media-Survival-Kindle-ebook/dp/B004I6D07C/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;m=AGFP5ZROMRZFO&amp;s=digital-text&amp;qid=1306685100&amp;sr=1-1" target="_blank">Ele está à venda para Kindle na Amazon</a> e é bem curtinho.</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View The Business of Media on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/56586934/The-Business-of-Media">The Business of Media</a> <object id="doc_26686" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_26686" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><embed id="doc_26686" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=56586934&amp;access_key=key-p4cidn28w3pf34q678w&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_26686"></embed></object></p>
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		<title>NYT: Um passo atrás, dois passos à frente</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[futuro dos jornais]]></category>
		<category><![CDATA[new york times]]></category>

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E a atenção está voltada ao New York Times. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online às suas matérias. Todos que estamos olhando para nossas bolas de cristal, tentando descobrir o que o futuro reserva aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="size_590_kindle-new-york-times by Luciana Couto, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lucianacouto/5588660104/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5064/5588660104_9b72ec0d7f.jpg" alt="size_590_kindle-new-york-times" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E a atenção está voltada ao <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>. Não por causa de alguma notícia bombástica, mas uma que tem o próprio jornal como personagem: O New York Times (re)começa a cobrar pelo acesso online às suas matérias. Todos que estamos olhando para nossas bolas de cristal, tentando descobrir o que o futuro reserva aos jornais, ficamos atentos na nova estratégia do NYT.</p>
<p style="text-align: justify;">Só relembrando, o jornal já cobrou por acesso ao seu conteúdo, mas em setembro de 2007 aboliu a assinatura, pois, naquela época, essa lhe parecia a estratégia mais acertada para garantir o futuro da empresa. Hoje, volta atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que muitos outros veículos ao redor do mundo já cobram por seu conteúdo, mas a decisão do NYT é histórica não por ser vista como &#8220;um passo atrás&#8221; mas porque inaugura uma nova forma de cobrança.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, só irá pagar realmente os leitores assíduos do jornal online: quem já tem a assinatura impressa, terá direito a até 20 artigos por mês e os demais podem optar por <a href="http://www.nytimes.com/subscriptions/Multiproduct/lp5558.html?campaignid=37XQH" target="_blank">planos que vão de US$ 15 a US$ 35</a>. E a grande sacada é a precificação, pois os valores não variam de acordo à quantidade de artigos e sim às plataformas que você utiliza. Quer ler no celular? Pague tanto. Quer ler no iPad? Pague mais tanto. Resumindo, o que tem valor é a facilidade de acesso ao conteúdo, forma de precificicação ainda pouco explorada. Normalmente, em outros veículos, o que define o preço é o conteúdo, não a forma de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ainda tem algo bem curioso: quem acessar o site vindo de mecanismos de busca ou redes sociais, não terá o acesso negado. Ou seja, o NYT continua com sua política de distribução e incentivo nas redes sociais, o que para mim parece bem acertado, pois tudo indica que as redes sociais serão (se já não são) as grandes plataformas de distribuição de conteúdo. Nadar contra essa corrente é se afogar na certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para incentivar os leitores a conhecerem o produto, o NYT está com uma &#8220;promoção&#8221;, cobrando apenas US$ 0,99 pelas quatro primeiras semanas de acesso. Um tipo de &#8220;degustação&#8221; já bastante explorada pelos veículos.</p>
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		<title>Para viver no futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 00:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[
Os tempos não são mais o mesmos. O computador, que inicialmente era um trambolho usado para cálculos matemáticos, se tornou pessoal e ocupou um espaço em nossas vidas que talvez nem os que primeiro o idealizaram pudessem prever. Hoje ele é companheiro, pode estar no quarto, na sala, na escola, na lan house, no celular,&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://g.virbcdn.com/_f/cdn_images/resize_1280x640/21/PageImage-482797-1765028-bkbooththefuture511.jpg"><img class="aligncenter" title="Nick Bilton" src="http://g.virbcdn.com/_f/cdn_images/resize_1280x640/21/PageImage-482797-1765028-bkbooththefuture511.jpg" alt="" width="600" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos não são mais o mesmos. O computador, que inicialmente era um trambolho usado para cálculos matemáticos, se tornou pessoal e ocupou um espaço em nossas vidas que talvez nem os que primeiro o idealizaram pudessem prever. Hoje ele é companheiro, pode estar no quarto, na sala, na escola, na lan house, no celular,&#8230; e claro, modificou nossos hábitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hábitos que vão desde o tempo em que gastamos com TV e outras fontes de entretenimento, até como nos comunicamos e buscamos informação. Essa quebra de paradigmas trouxe muitos questionamentos sobre o futuro do consumo de mídias: os jornais irão sobreviver? Vou carregar todos os meus livros no bolso? Pagaremos por música ou filmes online? Enfim, questionamentos que envolvem muitos interesses sociais e econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro desse cenário, achei interessante o livro <a href="http://www.nickbilton.com/book/" target="_blank">I live in the future</a>, de Nick Bilton, jornalista e pesquisador de novas tendências do New York Times, onde ele trás à tona questões como essa, desde o ponto de vista de quem estuda e acompanha essas mudanças diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A tradução livre do título sería &#8220;Eu vivo no futuro&#8221; e é isso mesmo que pensamos ao lê-lo, já que o jornalista fala como se pudesse enxergar coisas que a maioria das pessoas ainda não consegue ver. Aborda a ascensão da Geração Y (tão comentada, mas na minha opinião, ainda não compreendia profundamente) e como iremos consumir mídias (sejam impressas, visuais ou de áudio) no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar quem precisa entender esse novo cenário, fiz uma apresentação-resumo como os pontos-chave do livro, mas super recomendo sua leitura. Destaque para o capítulo em que Bilton nos conta como aprender com a indústria pornô, que parece sempre pensar primeiro que as demais.</p>
<p><object id="doc_938499430154143" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_938499430154143" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" /><embed id="doc_938499430154143" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=43933168&amp;access_key=key-2rnjcrqo1dpxylg4zi6&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_938499430154143"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O livro ainda não chegou ao Brasil. Quem quiser, pode comprá-lo na Amazon na sua <a href="http://www.amazon.com/Live-Future-Heres-How-Works/dp/0307591115" target="_blank">versão física</a> ou, como eu, comprar a <a href="http://www.amazon.com/Live-Future-Heres-Works-ebook/dp/B003B0W1SK/ref=tmm_kin_title_0?ie=UTF8&amp;m=AGFP5ZROMRZFO" target="_blank">versão digital</a> que pode ser lida nos aplicativos Kindle em qualquer <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_pc_mkt_lnd?docId=1000426311" target="_blank">PC</a>, <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_mac_mkt_lnd?docId=1000464931" target="_blank">Mac</a>, <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=kcp_iphone_mkt_lnd?docId=1000301301" target="_blank">iPhone</a>&#8230;</p>
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		<title>Twitter offline: pequena experiência de inclusão digital</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[jornal daqui]]></category>
		<category><![CDATA[twitetr]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei em várias quetsões por trás de uma ação aparentemente até ingênua.
O Jornal Daqui (não tem nem site) foi fundado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei em várias quetsões por trás de uma ação aparentemente até ingênua.</p>
<p style="text-align: justify;">O Jornal Daqui (não tem nem site) foi fundado em 2007 para atender a um público da Região Metropolitanda de Goiânia que não era atingido pelos jornais considerados de elite. Além do preço atrativo para o público-alvo, R$ 0,50, a linguagem simples e assuntos locais ajudaram o jornal a alcançar a 6ª posicão do ranking de jornais com maior circulação do país, segundo dados do IVC.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, mas não foi isso o que me chamou  atenção e sim um &#8220;canal de comunicação&#8221; que o jornal tem com os leitores. Como eu disse, ele ainda não tem um site próprio, mas conta com um <a href="http://twitter.com/daqwitter" target="_blank">perfil no Twitter</a>. Nada anormal também. O diferencial está no uso que ele faz do microblog. Em cada edição vem um cupom com um espaço para 140 caracteres que o leitor pode preencher, recortar e depositar em urnas espalhadas pela cidade. Todo dia, um &#8220;twitt&#8221; de leitor é escolhido para ser publicado no jornal. No sábado, são dez os escolhidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo que andei lendo no <a href="http://twitter.com/daqwitter" target="_blank">perfil do Twitter deles</a>, funciona como aqueles antigos &#8220;Correio do Amor&#8221; de Festas Juninas em que fulano manda recado para ciclana, lembra? As pessoas aprovietam para fazer reclamações à Prefeitura e outros orgãos públicos, ou até mesmo fazer sugestões ao jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">À primeira vista parece uma idéia boba e até patética, mas se pesnamos bem, imagine quanta voz não estão dando a pessoas que não têm canais de comunicação para fazerem suas reclamacções! Se vamos mais além podemos até chegar a pensar que é uma forma de inclusão digital, bem primária ou talvez tosca, mas é ao menos uma iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, entre tantos grandes veículos que vemos sub-utilizando o Twitter ao resumir o microblog como canal de distribuição de feeds do site principal e outros grandes que já perceberam sua força para divulgação de informações imediatas e canal de relacionamento com o leitor, presenciamos uma experiência que vai mais além do senso comum e conseguiu burlar um obstáculo que muitos jornais pequenos devem ter: a falta de meios do leitor para se comunicar ou se fazer perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu descobri este caso lendo <a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&amp;p2=idnot%3d56325%26Editoria%3d8%26Op2%3d1%26Op3%3d0%26pid%3d169626%26fnt%3dfntnl&amp;rss=on" target="_blank">este artigo no Comunique-se</a>.</p>
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		<title>Crônica de uma morte anunciada</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 13:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[diploma de jornailismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo cidadao]]></category>

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		<description><![CDATA[E finalmente aconteceu o que já se previa há muito tempo: caiu a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo. Entre gritos, protestos e desespero dos coleguinhas acostumados a fórmulas de bolo, tive uma sensação de que a vida continua. Como está e bem.
Pra falar a verdade, a primeira reação foi de indignação, como assim passar quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E finalmente aconteceu o que já se previa há muito tempo: caiu a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo. Entre gritos, protestos e desespero dos coleguinhas acostumados a fórmulas de bolo, tive uma sensação de que a vida continua. Como está e bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra falar a verdade, a primeira reação foi de indignação, como assim passar quatro anos da minha vida me esforçando, driblando as dificuldades de estudar numa universidade pública brasileira e agora falarem que foi em vão? Não, não foi em vão, aprendi muito. Mas não aprendi a escrever lá. Nem a fotografar, muito menos a ter cara bonita para a televisão. O que aprendi foi mais do que isso, aprendi a pensar. Sim, porque num país onde a Educação está tão defasada e a sociedade paga os seus pecados instituindo sistemas de cotas, uma das coisas mais valiosas é aprender a pensar.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar não é copiar metodicamente o que está escrito no quadro. Também não é decorar o que é lead, o que é pirâmide invertida ou que uma morte interessa mais que dois feridos. É principalmente saber absorver informação e transformá-la em conhecimento, e além disso, usá-lo para evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">E por falar em evoluir, a Comunicação evoluiu e parece que muita gente não se deu conta. Perderam tempo gritando por todos os cantos que blog não é jornalismo e que a internet é uma ameaça para os jornais. Não se deram conta que os paradigmas aprendidos em livros de décadas passadas caíram e nem aprenderam com as experiências de que cada novo veículo trás uma nova forma de se comunicar. Blogs, microblogs, redes de blogs&#8230; quem lutou contra eles não soube aprender com eles. E aí está a importância em saber pensar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoio quem tem diploma e continuo tendo orgulho do meu. Na prática sabemos que profissionais qualificados sempre terão mais chances. Assim como também sabemos que há profissionais de outras áreas que podem contribuir para a evolução da Comunicação. Nunca o Jornalismo foi tão interdisciplinar e quem aprendeu a pensar lá na faculdade (seja de Jornalismo, Filosofia, Ciências Políticas&#8230;) será bem-vindo porque, para ser sincera, acho que tem muita gente por aí com diploma que não tem um terço da perspicácia (e do sentido de viver em sociedade) que o João que mandou sua foto indignado com o  buraco da sua rua para o jornal. Sim, Jornalismo Cidadão é isso, é ir mais além, é denunciar, é participar e, para tudo isso, é preciso pensar.</p>
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