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Twitter offline: pequena experiência de inclusão... Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei...

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Pelo Mundo Afora Tenho andado meio afastada deste blog, mas juro que é por um bom motivo. Tenho trabalhado em um projeto com o meu namorado que, estou adorando! É o blog Pelo Mundo Afora, onde contamos nossas experiências...

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Mil livros no bolso Lembra quando tínhamos pilhas de CDs em casa? E você por acaso se lembra da primeira vez que ouviu uma música tocar no seu computador? Com certeza vai se lembrar da reação que teve ao ver um MP3...

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Twitter offline: pequena experiência de inclusão digital

Posted by Luciana | Posted in Curioso, Jornalismo, Twitter | Posted on 09-07-2010

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Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei em várias quetsões por trás de uma ação aparentemente até ingênua.

O Jornal Daqui (não tem nem site) foi fundado em 2007 para atender a um público da Região Metropolitanda de Goiânia que não era atingido pelos jornais considerados de elite. Além do preço atrativo para o público-alvo, R$ 0,50, a linguagem simples e assuntos locais ajudaram o jornal a alcançar a 6ª posicão do ranking de jornais com maior circulação do país, segundo dados do IVC.

Ok, mas não foi isso o que me chamou  atenção e sim um “canal de comunicação” que o jornal tem com os leitores. Como eu disse, ele ainda não tem um site próprio, mas conta com um perfil no Twitter. Nada anormal também. O diferencial está no uso que ele faz do microblog. Em cada edição vem um cupom com um espaço para 140 caracteres que o leitor pode preencher, recortar e depositar em urnas espalhadas pela cidade. Todo dia, um “twitt” de leitor é escolhido para ser publicado no jornal. No sábado, são dez os escolhidos.

Pelo que andei lendo no perfil do Twitter deles, funciona como aqueles antigos “Correio do Amor” de Festas Juninas em que fulano manda recado para ciclana, lembra? As pessoas aprovietam para fazer reclamações à Prefeitura e outros orgãos públicos, ou até mesmo fazer sugestões ao jornal.

À primeira vista parece uma idéia boba e até patética, mas se pesnamos bem, imagine quanta voz não estão dando a pessoas que não têm canais de comunicação para fazerem suas reclamacções! Se vamos mais além podemos até chegar a pensar que é uma forma de inclusão digital, bem primária ou talvez tosca, mas é ao menos uma iniciativa.

Enfim, entre tantos grandes veículos que vemos sub-utilizando o Twitter ao resumir o microblog como canal de distribuição de feeds do site principal e outros grandes que já perceberam sua força para divulgação de informações imediatas e canal de relacionamento com o leitor, presenciamos uma experiência que vai mais além do senso comum e conseguiu burlar um obstáculo que muitos jornais pequenos devem ter: a falta de meios do leitor para se comunicar ou se fazer perceber.

Eu descobri este caso lendo este artigo no Comunique-se.

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Crônica de uma morte anunciada

Posted by Luciana | Posted in Jornalismo | Posted on 19-06-2009

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E finalmente aconteceu o que já se previa há muito tempo: caiu a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo. Entre gritos, protestos e desespero dos coleguinhas acostumados a fórmulas de bolo, tive uma sensação de que a vida continua. Como está e bem.

Pra falar a verdade, a primeira reação foi de indignação, como assim passar quatro anos da minha vida me esforçando, driblando as dificuldades de estudar numa universidade pública brasileira e agora falarem que foi em vão? Não, não foi em vão, aprendi muito. Mas não aprendi a escrever lá. Nem a fotografar, muito menos a ter cara bonita para a televisão. O que aprendi foi mais do que isso, aprendi a pensar. Sim, porque num país onde a Educação está tão defasada e a sociedade paga os seus pecados instituindo sistemas de cotas, uma das coisas mais valiosas é aprender a pensar.

Pensar não é copiar metodicamente o que está escrito no quadro. Também não é decorar o que é lead, o que é pirâmide invertida ou que uma morte interessa mais que dois feridos. É principalmente saber absorver informação e transformá-la em conhecimento, e além disso, usá-lo para evoluir.

E por falar em evoluir, a Comunicação evoluiu e parece que muita gente não se deu conta. Perderam tempo gritando por todos os cantos que blog não é jornalismo e que a internet é uma ameaça para os jornais. Não se deram conta que os paradigmas aprendidos em livros de décadas passadas caíram e nem aprenderam com as experiências de que cada novo veículo trás uma nova forma de se comunicar. Blogs, microblogs, redes de blogs… quem lutou contra eles não soube aprender com eles. E aí está a importância em saber pensar.

Apoio quem tem diploma e continuo tendo orgulho do meu. Na prática sabemos que profissionais qualificados sempre terão mais chances. Assim como também sabemos que há profissionais de outras áreas que podem contribuir para a evolução da Comunicação. Nunca o Jornalismo foi tão interdisciplinar e quem aprendeu a pensar lá na faculdade (seja de Jornalismo, Filosofia, Ciências Políticas…) será bem-vindo porque, para ser sincera, acho que tem muita gente por aí com diploma que não tem um terço da perspicácia (e do sentido de viver em sociedade) que o João que mandou sua foto indignado com o  buraco da sua rua para o jornal. Sim, Jornalismo Cidadão é isso, é ir mais além, é denunciar, é participar e, para tudo isso, é preciso pensar.

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Aprendendo a lição de Obama

Posted by Luciana | Posted in Internet, Jornalismo, Política Internacional, Sociedade | Posted on 05-11-2008

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Hoje é um dia histórico. Os EUA elegeram o primeiro presidente negro desse país com questões raciais históricas. Mas mais além da cor (e da origem queniana) de Obama, que não deveria nem chamar a atenção em um mundo perfeito, fica a lição de como tirar proveito das novas mídias.

O 4º Poder vai continuar sendo o 4º Poder sempre, pois toda sociedade necessita informação e, consequentemente, quem as produza. Mas as mudanças dos últimos anos com a web 2.0 romperam paradigmas e finalmente tirou a pessoa comum do simples papel de receptora e a colocou como produtora e, melhor ainda, formadora de opinião.

Saber lidar com este novo cenário é o caminho, não só para candidatos, mas qualquer figura pública e empresas agradarem o público/consumidor. Desde o início, Obama esteve atento às novas ferramentas da internet e rapidamente se tornou o queridinho do universo web. A verdade é que apoiar Obama se tornou cool e a onda foi tomando proporções enormes principalmente depois que McCain demonstrou não ter a menor afinidade com novas tecnologias.

E é claro que simplesmente ter um blog, usar o Twitter ou montar um canal no Youtube não são suficientes para o sucesso. Assim como Obama é necessário entender essa nova linguagem e falar a língua dos novos formadores de opinião. Como ele mesmo disse: a mudança chegou.

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Almost ghost

Posted by Luciana | Posted in Celebridades, Jornalismo, Nada | Posted on 06-03-2008

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Alguém mais achou infeliz o título da Folha Online sobre o câncer termnal do Patrick Swayze?

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Capas que dizem tudo

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Esportes, Futebol, Jornalismo, Rivalidade | Posted on 23-01-2008

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Hoje estava organizando os jornais que trouxe da Argentina para a minha tese e não pude resistir em tirar fotos das três melhores capas do Olé enquanto eu estava lá. Enjoy!:

 Capa do Olé: Argentina fora da Copa 2006 
Olé de 01/07/2006: Argentina fora da Copa!!!

Capa do Olé: Brasil fora da Copa 2006 
Capa do Olé 02/07/2006: Quem ri por último ri melhor e dessa vez eles riram melhor :(

Capa Olé: Copa das Confederações 
Capa do Olé 30/06/2005: Lembra do baile na Copa das Confederações? Deu pane na impressora deles… hahaha.

 Capa Crónica: Copa das Confederações
Capa do Crónica 30/06/2006: Ainda chorando pela Copa das Confederações este jornal (mais que) sensacionalista escreveu “Um dia negríssimo”, lembrando que o São Paulo ganhou do River no mesmo dia. Detalhe: eles costumam chamar nós brasileiros de negros, entendeu a conotação???

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O Maradona mudou de esporte? Claro que não!

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Jornalismo, Maradona | Posted on 07-03-2007

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Até quando os jornalistas vão achar que sabem tudo, inclusive hablar español, porque sabe como é, é igualzinho ao português, se entende tudo… hahaha… dá nisso. Hoje li no Gazeta Online que Maradona tinha se metido em mais uma confusão “quando disputava uma partida de boliche no clube Sunset de Olivos”.

Coleguinhas que por aí hablam portunhol: boliche em espanhol (pelo menos no espanhol argentino) não é o jogo que conhecemos no Brasil, e sim casa noturna. Ou seja, ele não estava disputando uma partida de boliche e sim, estava numa boate. E Sunset, por sinal, é uma boate muito conhecida de Buenos Aires.

Não é uma gafe tonta como pode parecer. Fico pensando em quantas traduções mal feitas eu devo ter lido em jornais sem saber. Nem culpo tanto a Gazeta por isso, deve ser uma prática muito comum, e para falar a verdade é até engraçado ver notícias do Brasil por aqui. Este ano, por exemplo, os argentinos assitiram os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo, pensando que eram as do Rio. Das duas uma: ou o canal pagou mais barato e preferiu enganar os telespectadores ou receberam as imagens de uma agência de notícias e simplesmente colocaram no ar levados pelo senso comum de que carnaval é só no Rio.

Mas a melhor de todas foi quando falaram sobre a candidatura a presidente do ex-ministro da Educação brasileiro, Chico Buarque, que claro, também á cantor. Agora fica a dúvida: como confiar nas notícias internacionais que recebemos ou sobre os assuntos que no temos a mínima idéia, como ciência, por exemplo? Afinal, os jornalistas são como nós: humanos.

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