Archive for the Futebol Category

Honra, sucesso ou dinheiro?

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Você já teve a sensação de chegar quase lá e… nada? Ou de ganhar algo que não tem certeza se merecia? Pois é, depois de uma discussão interessante, joguei a pergunta no Twitter: Em que seleção você preferiria jogar: na de 82 que encantou mas não ganhou nada ou na de 94 que era ruim mas saiu campeã?

Adorei as respostas. As pessoas escolheram uma ou outra, (ou não), sempre justificando a posição. As que eu mais gostei foram:

@arianef: com certeza na de 82, mto + o futebol arte… =D
@marcelokalib:
É mesmo preciso responder?? huahuaha 82 sem sombra de dúvidas..antes honra do que glória!
@betoferris:
82 tínhamos Cerezo,Falcão,Sócrates e Zico.Formando o famoso quadrado mágico de Telê Santana, jogando em tabelas hiper rápidas.

Mas claro, sempre tem os que não ficam satisfeitos com duas opções. Uns querem as duas e outros encontram uma terceira via:

@mauriciorech: nas duas não da?
@nepomucky:
Prefiro a de 98, que perdeu a taça mas ganhou uma mala preta recheada de $

Para ser realmente sincera, eu gostaria de fazer parte mesmo da de 70, mas aí perde a graça, né? E você, o que escolheira?

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Mau uso de links patrocinados agora é crime

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As ações na internet ainda não estão muito bem regulamentadas. Faltam leis que especifiquem o que é e o que não é crime em comunidades online, blogs e publicidade. Para colocar um pouco de ordem na bagunça, acaba-se tomando como base outros códigos “offline”, mas ainda assim raramente vemos medidas concretas sendo tomadas.

Esta semana um fato me chamou a atenção. O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que pode ser crime a má utilização dos serviços de links patrocinados, o que é um avanço para a regulamentação de publicidade online.

Tudo começou quando a Pistelli Engenharia acusou a Formatto Coberturas Especiais (ambas do ramo da construção civil) de utilizar o seu nome como palavra-chave na campanha de links patrocinadas. Explicando bem: a Formatto comprou a palavra “Pistelli” no programa Adwords do Google e toda vez que um usuário procurava esta empresa no Google, aparecia o anúnico da concorrente.

As regras do Google Adwords são claras: as empresas não podem utilizar como palavras-chave marcas que não são de sua propriedade, mas quem trabalha com links patrocinados sabe que na prática isso acontece muito.  Uma vez inclusive, numa empresa em que eu trabalhava verificamos que a concorrência estava utilizando nosso nome como palavra-chave e recorremos ao Google para resolver o caso. A burocracia era tanta que acabamos deixando pra lá: a central estava em outro país, mas tinhamos que provar que éramos os donos da marca aqui no Brasil… enfim, ficou por isso mesmo.

Quem sabe agora ficará mais fácil resolver casos como este, mas temos que esperar até haver um código que regule todas as atividades na rede. O problema é que as coisas por aqui na web mudam tão rápido que é bem capaz que uma lei fique desatualizada antes mesmo de ser aprovada :(

E agora escrevendo este post me bateu uma dúvida. Será que anunciar quando a pessoa procura pela concorrência no Google não é o mesmo que um supermercado, por exemplo, colocar um outdoor enorme na frente de uma das lojas de outra rede? Isso é considerado errado?

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Brasileirão no Google Earth

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maracana

Eu acho que ainda falta explorar mais o Google Earth e até tenho algumas idéias bem guardadinhas ;) Mas uma parceira do Google com o Globo Esporte já está dando um passinho à frente.

Não foram muita além, mas uma integração da ferramenta com o site esportivo agora permite localizar os clubes brasileiros no mapa e encontrar informações sobre estádio, jogos e outras coisas, além de acompanhar as últimas notícias do time. Destaque para as imagens dos estadios em 3D.

Para quem gosta de futebol é um passatempo a mais, mas sinceramente, não vejo taaaaanta utilidade. De qualquer forma, quem quiser experimentar deve procurar “Globo Esporte” na seção galeria do programa.

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Última tendência

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Ontem, depois de um dia inteiro de trabalho fizemos um happy hour no Saidera da Praia do Canto. Não satisfeitos, demos uma passada pela Rua da Lama, que estava lotada, para variar. Eu tinha jurado não pisar novamente naquela sinuca suja dali, mas já que estamos, né? É até bom lembrar os tempos de universitária e saber o que está na moda pelos lados da Ufes.

Entre uma tacada e outra reconheci a voz do Galvão Bueno e vi que começava o jogo do Brasil. Legal, vamos ver o que acontece… até que… hum, gol da Venezuela! Detalhe que demorou a cair a ficha, já que o pessoal ao redor estava comemorando. Putz, esqueceram de me avisar que a moda agora é torcer para o time do Chavez para parecer intelectual!

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Eu apoio o Biro-Biro

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Já que está na moda as personalidades apoiarem candidatos - seja qual for a eleição - decidi fazer o mesmo. É, eu sei que estou longe de ser uma personalidade e muito mais longe ainda de ser uma formadora de opinião (e confiável!), mas gosto de me sentir como tal.

Por isso gostaria de anunciar oficialmente que eu, Luciana Couto, apoio o Biro-Biro na eleição organizada pela Coca-Cola para decidir quem é melhor: nosso loiro tupiniquim ou o Maradona.

Quem quiser votar pode comprar (claro, achou que fariam algo de graça?) o refrigerante e depositar a tampinha com a cara do jogador escolhido nas urnas espalhadas pela Coca-Cola. O comercial de TV vai ao ar a partir do próximo domingo, dia 13.

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A maldição do rio

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Está comprovado: o Botafogo pode vir embalado, pode estar batendo um bolão, o que for… se ouve a palavra River ele treme! E eu também :S

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Brincando com fogo

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Hoje organizando meus livros e afins, encontrei um que me fez voltar no tempo e rir da época em que sempre havia um argentino perto para poder ser sacaneado. Decidi contar umas curtas histórias sobre as minhas “divergências futebolísticas” com os hermanos.

O primeiro caso aconteceu antes mesmo da Copa do Mundo de 2006. Eu estava bisbilhotando uma das inúmeras livrarias da Calle Corrientes, quando encontrei um livro chamado Argentina en los mundiales (”Argentina nas Copas do Mundo”) e, o mais interessante, cusatva somente $5 (cerca de R$3!!!). Procurei um funcionário e perguntei se o preço estava correto. Nunca vou me esquecer do nosso pequeno diálogo:

Ele: Está correto sim.
Eu: Nossa, mas tão barato.
Ele: É que ele está desatualizado, só conta até a Copa de 98, a última ficou de fora.
Eu: Digamos que não há muito o que acrescentar na última, né? Vocês foram embora tão rapidinho.

Quando eu percebi que era a única que estava rindo, corri para o caixa, paguei e nunca mais voltei. Se em vez de livraria fosse um restaurante, com certeza ele cuspiria no meu prato.

***

Estava numa aula do Mestrado, quando o assunto se transformou em Copa do Mundo, tema inevitável já que faltava muito pouco para a estréia da Argentina. O professor disse que não tinha muitas esperanças por causa das estatítcas: “nunca um país americano ganhou uma Copa do Mundo na Europa”, insinuando que seria tudo armado.

Eu, tonta, tratei de corrigi-lo: “mas professor, o Brasil ganhou na Suécia em 1958″. Pronto, me senti um Nemo no meio de um cardume de tubarões brancos me olhando, ávidos por sangue.

***

Por causa de alguns feriados teríamos que fazer horas extras para uma matéria. O professor – que já no primeiro dia de aula, quando descobriu que eu era brasileira falou que se o Brasil fosse campeão eu poderia me considerar reprovada (nunca soube se falava sério) – marcou a reposição justo no sábado em que jogavam Brasil e França.

Eu queria matá-lo, mas quando os alemães mandaram a Argentina embora pra casa um dia antes da reposição, pensei que aquela aula poderia ser divertida. Para enfrentar o frio coloquei meu cachecol verde-amarelo que a minha mãe fez especialmente para a Copa do Mundo e fui para aula.

Tive que me esforçar para conter o riso enquando todos me olhavam chegar triunfante. Nem disse nada, não precisava dizer. O professor já foi logo avisando “Srta. Couto, se disser uma palavra hoje vai reprovar na prova da semana que vem”. Mas eu nem tinha vontade de falar mesmo…

Quando ele passou a matéria da prova e o pessoal reclamou (para variar) justificou “pessoal, vamos parar de preguiça, a Copa já acabou”. Olhei para o relógio e vi que era a hora em que tinha que sair para poder ver o jogo do Brasil. Foi só me levantar para o professor perguntar “onde vai?” (como se não soubesse!!!). “Desculpa professor, mas a Copa não terminou para todo mundo.” hahaha

Cheguei a tempo de ver aquela derrota ridícula para a França e escutar os fogos de artifício dos argentinos que comemoravam a desclassificação do Brasil. Na semana seguinte, na prova, descobri que mais da metade das questões do exame eram de matéria dada depois que eu tinha ido embora. Ele soube se vingar muito bem.

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Um jogo como outro qualquer

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É, eu sei. O Botafogo perdeu mais um vez. De virada, mais uma vez também. Mas sempre procuro pensar pelo lado positivo das coisas: por ser botafoguense, aprendi desde pequena que tudo é difícil e que inclusive quando parece que o jogo está ganho… tudo pode mudar. Ser botafoguense é sempre desconfiar do resultado positivo, mas também sempre seguir em frente depois que o juiz encerra outro fracasso. Às vezes a gente até ganha.

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Wednesday, bloody wednesday

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Quem pensava que o Galvão Bueno fingia que entende só de futebol, se assustou hoje durante o amistoso da seleção brasileira contra a Irlanda, quando ele deu uma “aula” de história.

Pobre Galvão, disse que em 1921 houve um massacre histórico no estádio onde se jogava a partida que inspirou a música Sunday Bloody Sunday, do U2. Mas quem é um pouquinho mais informado sabe que o Bono se referia a outro massacre, ocorrido não exatamente nesse país, e sim na Irlanda do Norte (!!!), em 1972.

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Até quando?

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Botafogo ganhou de 6 x 2 do Mesquita. Meus temores aumentam…

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Depois da abonança, a tempestade

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Quando o Botafogo ganha de 3 x 0 me dá até medo. Vem algum vexame grande por aí…

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Diálogo do dia

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Hoje na praia um amigo me convidou para ir ver o jogo do Rio Branco…

Eu: Que decadência! Um dia você está no Monumental de Nuñez, no outro está considerando a proposta de ir no Cléber Andrade!

Zezinho: Pelo menos com o Rio Branco você não vai passar pelo vexame que o Botafogo fez você passar.

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Capas que dizem tudo

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Hoje estava organizando os jornais que trouxe da Argentina para a minha tese e não pude resistir em tirar fotos das três melhores capas do Olé enquanto eu estava lá. Enjoy!:

 Capa do Olé: Argentina fora da Copa 2006 
Olé de 01/07/2006: Argentina fora da Copa!!!

Capa do Olé: Brasil fora da Copa 2006 
Capa do Olé 02/07/2006: Quem ri por último ri melhor e dessa vez eles riram melhor :(

Capa Olé: Copa das Confederações 
Capa do Olé 30/06/2005: Lembra do baile na Copa das Confederações? Deu pane na impressora deles… hahaha.

 Capa Crónica: Copa das Confederações
Capa do Crónica 30/06/2006: Ainda chorando pela Copa das Confederações este jornal (mais que) sensacionalista escreveu “Um dia negríssimo”, lembrando que o São Paulo ganhou do River no mesmo dia. Detalhe: eles costumam chamar nós brasileiros de negros, entendeu a conotação???

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A vida como ela é

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Cheguei da manicure hoje à tarde e… nada de luz! É sempre nesses momentos que percebemos o quanto somos dependentes da energia elétrica. Tudo o que você pensa não dá para fazer: ver televisão, usar o computador, ver um dvd… quase toda a minha vida mediocre está atrelada à luz.

Já que ontem tinha terminado de ler o último livro que comprei no domingo passado (minha mãe tinha razão: “não leia tão depressa, guarde um pouco…”, claro que ela estava pensando mais em não ter que desembolsar para comprar outro) não sobrava muitas opções de entretenimento. Olhando a estante na busca de algo que ainda não tinha lido, encontrei um tesouro. Era sim algo que eu sabia de cor e salteado, mas que nunca perdia a graça: o guia das primeiras temporadas de Friends!

Como não podia ver os dvds, podia, pelo menos, improvisar com a minha imaginação e quando me vi rindo das piadas que já vi na televisão umas mil vezes percebi que talvez necessitasse um psicólogo… hahaha… deixei o guia pra lá e procurei outra coisa para ler. Aí achei um livro de crônicas de futebol do Nelson Rodrigues – À sombra das chuteiras imortais - que já havia lido há alguns anos e pensei que seria uma boa idéia. Como esse cara me diverte uma e outra vez! Adoro o seu dom de transformar a ironia em arte. Ou pensando bem, ele talvez nem fosse irônico, ele realmente acreditasse em todo o exagero que escrevia. Conta a lenda que ele não entendia nada de futebol e tinha uma miopia que o impedia diferenciar o seu time do adversário, mas mesmo assim, poucos descrevem a paixão pelo futebol tão bem como ele. Fala sério, só Nelson Rodrigues tem permissão para nos descrever tão cruelmente:

“E, além disso, como o italiano da anedota, o alvinegro autêntico paga para sofrer. O alvinegro autêntico, repito, prefere a castástrofe. E, quando o time perde, ele se realiza. Pode clamar, espernear, arrancar os cabelos, amaldiçoar e soltar os cães de sua ira. É a vocação da calamidade que torna inconfundível o botafoguense irreversível.”

Digam o que disserem, para mim a ironia é uma das melhores formas de dizer a verdade.

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Ninguém merece

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Ontem à noite estava super contenta dormindo, quando às 23:35 acordei como uma gritaria no prédio… gol da Argentina! E aí pensei “onde eu fui me meter?”.

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Jogando com o inimigo

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Umas amigas do Luciano me convidaram para participar de uma equipe de futebol. Claro que aceitei. Fora umas solas aqui, outras ali, sobrevivi ao primeiro treino, domingo passado, nos Bosques de Palermo. Agora fico na dúvida, se sou convocada para a seleção argentina, aceito vestir a celeste e branca ou continuo fiel à canarinho?… hahaha. Agora sei como Higuaín se sente.

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