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Twitter offline: pequena experiência de inclusão... Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei...

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Pelo Mundo Afora Tenho andado meio afastada deste blog, mas juro que é por um bom motivo. Tenho trabalhado em um projeto com o meu namorado que, estou adorando! É o blog Pelo Mundo Afora, onde contamos nossas experiências...

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Mil livros no bolso Lembra quando tínhamos pilhas de CDs em casa? E você por acaso se lembra da primeira vez que ouviu uma música tocar no seu computador? Com certeza vai se lembrar da reação que teve ao ver um MP3...

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Sympathy for the devil

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Música, Show | Posted on 17-01-2008

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Hoje procurando desesperadamente (tá bom, nem tão desesperada assim) um lugar de onde baixar o último box de DVDs dos Rolling Stones (não que eu goste de ser pirata, mas o original custa R$ 170!!!) encontrei uma matéria da Folha sobre o tesouro que estou procurando onde os caras falam que os argentinos foram a platéia mais “insana” que eles já viram em toda a trajetória deles (que não é pequenininha). Lembrei do show do U2 lá em Buenos Aires, quando fiquei literalmente (literalmente!) sem tocar o chão com os pés. Foi o maior empurra-empurra que enfrentei até hoje. Por toda a minha vida eu vou jurar que vi o Bono, mas para falar a verdade, não tenho certeza.

Eu achava que estava exagerando e que era implicância minha. Ou quem sabe já estava ficando velha e com medo de multidões. Nunca tive coragem de me enfiar no meio do público em nenhum show em Buenos Aires e me sentia culpada, pensava que talvez fosse fresca demais. Agora me sinto aliviada em saber que meu amigo Jagger concorda comigo….

Mas voltando ao assunto da pirataria… R$ 170??? Querido Mick, você não acha que já ganharam dinheiro demais? Desculpa, mas vou copiar sem dó nem piedade!

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Você poderia me dar mais uma bolsinha?

Posted by Luciana | Posted in Buenos Aires, Coisas da vida, Costumes, Sociedade | Posted on 09-01-2008

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Li hoje na Folha que a China proibiu sacolas plásticas gratuitas em lojas com o objetivo de diminuir a quantidade de bolsas jogadas no lixo diariamente. Foi inevitável me lembrar dos mercadinhos chineses de Buenos Aires que quase nunca davam bolsas suficientes. Com isso o governo portenho não tem que se preocupar.

Uma vez me contaram que o governo chinês, além de implementar a sua famosa e polêmica política de controle de natalidade, incentiva o povo a emigrar para outros países e assim, tirar um peso das costas. Normalmente, os que recebem esse incentivo do governo (não sei qual é o critério de seleção) vão para outros países com capital suficiente para abrir um pequeno negócio que sutente ele, a sua família e alguns empregados mais (de quebra, eles se livram de mais chineses). Parece que a Argentina tem um acordo com a China que facilita a instalação dos chineses e por causa disso, é muito comum encontrar pessoas com os olhinhos puxados por todos os cantos da cidade.

Normalmente eles abrem uma lavanderia, um restaurante (chinês, claro) ou um mercadinho. Diz a lenda urbana que onde há chinês não há cachorro de rua. Não sei se é verdade, mas desde que me contaram isso eu parei para analisar e nunca vi um cachorrinho andando sozinho em Buenos Aires. Por motivos obvios, eu não comprava carne nos mercadinhos deles. Mas como sou hipócrita, adorava os restaurantes chineses onde comia yaksoba, chaw mien, chaw fan… sem saber muito sobre a procedência da carne. Sabe como é, é a população que mais se multiplica no mundo, tão mal não deve fazer comer um totó de vez em quando. E a verdade é que os pratos eram realmente saborozos, principalmente no Barrio Chino (Bairro Chinês) onde eles estão concentrados. É relamente um pedacinho da China, onde você pode comer a comida deles, visitar o templo budista, comprar “iguarias” (leai-se insetos desidratados) do oriente e, se sobrar tempo, alugar um filme chinês em uma locadora especializada. Nosso problema sempre foi ler o cardápio, já que geralmente estava, claro, em chinês, como quase todos os letreiros do bairro.

Mas voltando ao tema das sacolas de plástico… Eu não costumava ir muito ao mercadinho chinês perto da minha casa, porque achava meio desorganizado e um pouco sujo, além de não ter a mesma variedade que um supermercado. Mas depois que descobrimos que lá os vinhos eram muuuuuito mais baratos (não me pergunte o motivo) virei freqüentadora assídua. Só que era sempre a mesma discussão maluca no caixa. Sempre queriam colocar duas, três, às vezes quatro garrafas de vinho em uma única sacola de plástico e era óbvio que não resistiria a quadra que teria que andar até a minha casa. Seria mais fácil talvez se o atendente e eu falássemos alguma língua em comum. Eu tentava espanhol, inglês, português… qualquer coisa, mas o cara só entendia mesmo o chinês (ah claro, ele sabia muito bem contar em espanhol, principalmente o dinheiro). O jeito era apelar para a linguagem dos sinais (acredite, há sinais que têm o mesmo significado em qualquer lugar do mundo) e eu acabava conseguindo pelo menos uma sacolinha mais.

Então, fico me perguntando, se os chineses consomem 3 milhões de sacoles plásticas por dia (isso disse a reportagem) mesmo com essa “mendigagem”, quantos eles consumiriam se me dessem o número correto para levar as garrafas para casa? Isso sem falar que o atendente nunca entendeu porque eu queria separar os produtos de limpeza das verduras na bolsa…

Nota: brincadeiras à parte, acho interessante a iniciativa do governo chinês e poderia servir de exemplo para evitar tanto desperdício.

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Se o TRE visse isso…

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Sociedade | Posted on 08-06-2007

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Domingo passado os porteños votaram para “chefe de governo”, algo parecido ao prefeito de Buenos Aires. Claro que o Brasil não tira 10 em campanha eleitoral, mas o que eu vi aqui me deixou de queixo caído. E como eu só convivo com argentinos fica difícil criticar, mas encontrei um blog em que contaram sem medo o que á a “política argentina”. Vale a pena ler. Muito bom seu post, Túlio!

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Se o TRE visse isso…

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Política, Sociedade | Posted on 08-06-2007

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Domingo passado os porteños votaram para “chefe de governo”, algo parecido ao prefeito de Buenos Aires. Claro que o Brasil não tira 10 em campanha eleitoral, mas o que eu vi aqui me deixou de queixo caído. E como eu só convivo com argentinos fica difícil criticar, mas encontrei um blog em que contaram sem medo o que á a “política argentina”. Vale a pena ler. Muito bom seu post, Túlio!

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Celebrando a Pátria (dos outros)

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Café, Costumes, Feriado, Fotos, Recoleta, Sociedade | Posted on 29-05-2007

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Dia 25 de maio na Argentina é o Día del Primer Gobierno Patrio (algo assim como dia do primeiro governo pátrio). Pelo o que contam nas escolas aos argentininhos, foi a primeira vez em que os argentinos constituiram um governo local. Mas as más línguas (as que geralmente têm razão mas são ignoradas pelos livros de história) contam que a coisa foi um pouco mais complexa: quando Napoleão invadiu a Espanha (você se lembra da vinda da Corôa Portuguesa ao Brasil?) os criollos (nascidos aqui) não aceitaram depender da França e juraram lealdade ao rei da Espanha (Em 1810). Ou seja, é o dia em que os argentinos quiseram continuar dependentes dos espanhois.

Bem, nesse dia é costume por aqui enaltecer a Pátria. Os argentinos penduram sua bandeira na janela, no carro, no cachorro… parece Copa do Mundo. Para eles é como se fosse o Dia da Independência (a história nem é tão diferente à nossa). Mas o melhor desse feriado é a tradição de comer churros com chocolate quente. E sabe como é, se é tradição e é chocolate, a gente segue.

Então dei um pulinho no Café Victoria, na Recoleta, para celebrar um feriado que já entrou para a lista dos meus favoritos!

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Maná em Buenos Aires

Posted by Luciana | Posted in Buenos Aires, Fotos, Maná, Música, Show | Posted on 25-05-2007

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E finalmente chegou o dia. Quarta-feira passada fomos até o estádio do Vélez (ou seja, o fim do mundo) para ver os mexicanos do Maná (entradas compradas desde dezembro!). Mesmo com o frio de 5 graus, foi um dos melhores shows que eu já fui.

Chegar não foi uma tarefa fácil, desde que Luciano machucou o tornozelo e tem que andar de muletas, ir à esquina já á um desafio. Isso sem contar que a acomodadora tinha contado mal as filas (os assentos eram numerados) e colocou muita gente fora do lugar. Depois foi uma confusão ir pra lá e pra cá na platéia com as muletas. Mas uma vez que todos estavam acomodados, o inimigo comum era o frio.

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Pelo menos quando começou o show todo mundo se esqueceu do frio. Tá certo que em alguns momentos tocaram umas músicas muito melosas e eu prefiro o Maná político, mas depois que dedicaram mais tempo ao Acústico MTV o pessoal se empolgou mais. Destaque para Muelle de San Blás (minha preferida) que eles literalmente fizeram chover no palco.

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E a vida volta ao normal em Buenos Aires

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Maradona, Nada | Posted on 10-05-2007

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Buenos Aires voltou a ser Buenos Aires. Já dói a espinha quando tenho que sair de manhã com 2 graus (ué, frio em maio já?), Maradona continua vivo, Kirchner continua indo a não se sabe onde, o metrô continua quente às 18h mesmo com todo o frio lá fora, todos continuam reclamando de tudo e o Boca segue na Libertadores.

Ainda bem que vem novidades por aí. Esperava ansiosa pelo show do Maná nesta sexta-feira, mas quando Luciano machucou o tornozelo jogando fuebol (Ronaldino se fosse um desenho animado, olharia para a câmara na hora do drible e diria “crianças, não tentem fazer isso em casa”) vi todos os meus planos irem por água abaixo. Mas graças a algumas mudaças nos jogos do Vélez, a apresentação foi transferia para o dia 23 :) E eu que tenho essas entradas compradas desde dezembro!

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Nova geografia brasileira (para argentino ver)

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Big Brother, Buenos Aires, TV | Posted on 28-03-2007

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Para representar os brasileiros aqui na Argentina, escolheram a Íris para mostrar o que a brasileira tem de bom. Até agora me deu vergonha. Quando os hermanos lhe perguntaram onde fica Minas Gerais ela nem pensou duas vezes: no Norte!

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O Maradona mudou de esporte? Claro que não!

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Jornalismo, Maradona | Posted on 07-03-2007

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Até quando os jornalistas vão achar que sabem tudo, inclusive hablar español, porque sabe como é, é igualzinho ao português, se entende tudo… hahaha… dá nisso. Hoje li no Gazeta Online que Maradona tinha se metido em mais uma confusão “quando disputava uma partida de boliche no clube Sunset de Olivos”.

Coleguinhas que por aí hablam portunhol: boliche em espanhol (pelo menos no espanhol argentino) não é o jogo que conhecemos no Brasil, e sim casa noturna. Ou seja, ele não estava disputando uma partida de boliche e sim, estava numa boate. E Sunset, por sinal, é uma boate muito conhecida de Buenos Aires.

Não é uma gafe tonta como pode parecer. Fico pensando em quantas traduções mal feitas eu devo ter lido em jornais sem saber. Nem culpo tanto a Gazeta por isso, deve ser uma prática muito comum, e para falar a verdade é até engraçado ver notícias do Brasil por aqui. Este ano, por exemplo, os argentinos assitiram os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo, pensando que eram as do Rio. Das duas uma: ou o canal pagou mais barato e preferiu enganar os telespectadores ou receberam as imagens de uma agência de notícias e simplesmente colocaram no ar levados pelo senso comum de que carnaval é só no Rio.

Mas a melhor de todas foi quando falaram sobre a candidatura a presidente do ex-ministro da Educação brasileiro, Chico Buarque, que claro, também á cantor. Agora fica a dúvida: como confiar nas notícias internacionais que recebemos ou sobre os assuntos que no temos a mínima idéia, como ciência, por exemplo? Afinal, os jornalistas são como nós: humanos.

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Recordar é viver #1

Posted by Luciana | Posted in Argentina, Buenos Aires, Pontos Turísticos, Recoleta | Posted on 06-02-2007

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Aqui na Argentina, que tem as estações do ano muito bem definidas, muita gente sai de férias em janeiro e fevereiro para aproveitar o verão. É impressionante ver a diferença no metrô e nos ônibus que vão muito mais vazios. Há menos pessoas nas calçadas, no cinema… enfim, a cidade se muda para o litorial – que pode ser o argentino ou o brasileiro. Na televisão não há nada, só reprise e há inclusive revistas que não se publicam nesta época! O Olé aguenta como pode distribuindo brindes e forçando as matérias sobre amistosos.

Até os blogs saem de férias e é muito comum que se republiquem textos. Então para entrar na onda da “reprise de verão” decidi também republicar alguns dos textos que tive mais feedback da gente neste últimos dois anos e meio.

Para começar, o mais aclamado sobre o cemitério da Recoleta:

Morte e arte em Recoleta

Pode parecer estranho, mas uma das atrações (e das mais visitadas) de Buenos Aires é o Cementério de Recoleta. Ontem queria descobrir se é veradeira uma teoria minha: que argentino não morre. Estou falando sério, moro perto desse cemitério e nunca vi um único enterro, sem contar que há vários hospitais perto e nunca ouvi barulho de ambulância. Está provado: vaso ruim não quebra… hahaha.Voltando ao tema, ou seja, à minha divertida (sério, é divertida!) visita ao cemitério… foi muito interessante porque neste último semestre tive que estudar muita coisa de história argentina para o mestrado e passear por aí é como viistar os personagens das histórias que minha professora contava. As visitas guiadas são gratuitas, em espanhol ou inglês (que pena, não tem em português) e duram cerca de uma hora e meia. Para quem acreidta que argentino bom é argentino morto (ai que humor negro, desde já peço desculpa a los hermanos, mas sabe como é, não podia perder a piada), recomendo a visita. Também a recomendo para quem aprecia arte, pois lá vai encontrar muitos túmulos tombados pelo patrimônio histórico. São monumentos construídos por renomados artistas argentinos e europeus com materiais nobres, principalmente mármore.

No século XVI os padres recoletos fundaram a Igreja de Pilar (que está ao lado do cemitério) e era aí onde os ricos eram enterrados. Era costume deixar os restos mortais dos ilustres da cidade na igreja e quanto mais próximo do altar, mais importante era a família. Depois de uma reforman político-religiosa na Argentina, foi determinado que não seriam mais enterradas pessoas nas igrejas, o que despertou um descontentamentos nos ricos. Para compensar, as famílias abastadas resolveram então constrir suas próprias capelas para enterrar seus mortos ao lado da igreja. Foi assim que começou a construção das tumbas de Recoleta.

A entrada do cemitério é linda e luxuosa, com um portal marcado com várias figuras, cada uma representando algo, como eternidade, luz, paz, essas coisas… Também está representado aí o dia a passagem bíblica que diz que um dia os anjos tocarão as trombetas e todas as almas se levantaram das tumbas (eu torcia para que não fosse ontem).

Para mim (opinião pessoal) o Cementério de Recoleta une duas características que notei nos argentinos: a ostentação e o culto exagerado aos mortos. Todo mundo que morre aqui vira santo e nem precisa ser uma Evita Perón, pode ser qualquer famoso, como um cantor que bebeu todas e morreu na estrada que liga Buenos Aires a La Plata. Na beira da pista tem uma capela onde vão visitantes pedir ajuda (ao menos, foi o que me contaram). Nem vou falar o caso de Gardel… coitados, deixem os mortos descansarem em paz!

As tumbas (ou capelas, como queira chamá-las) realmente são lindas, com muitas esculturas grandes e caríssimas. Algumas foram copiadas de obras de arte européias e feitas por artistas importantes. Além de contar um pouco da história argentina, o guia vai contando as histórias que cercam o cemitério. Há histórias dignas de tango! Três me chamaram a atenção pela forma trágic como morreram las jovens. Uma, a filha do General Mitre (quem é de fora, não conhece, mas aqui foi muito importante) pede ao seu pai que dispense seu noivo de ir à guerra, mas ele não a escuta. Quando seu futuro marido morre, ela não aguenta e se afoga no Rio de La Plata com seu vestido de noiva.

Você achou isso trágico? Pior foi a história de uma menina que morreu no dia do seu aniversário de 18 anos quando se arrumava para ir ao Teatro Colón. Quando colocava o colar de diamantes que havia ganhado caiu morta. Um tempo depois, ao abrirem o caixão encontraram seu corpo arranhado e fora de lugar, o que mostra que estava

 

 

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