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Os ciclos de uma inovação Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo... e quando percebemos, passou....

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A teoria dos círculos sociais do Google+ Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não...

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Os ciclos de uma inovação

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Livros | Posted on 31-10-2011

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Inovações há aos montes. Já surgem com tanta frequência que a palavra inovação quase perde o sentido. Umas aparecem e fazem o maior barulho, prometem mudar o mundo… e quando percebemos, passou. Isso quando lembramos que elas passaram, se já não estamos entretidos com uma nova “inovação”. Já as outras (verdadeiras) realmente chegam para ficar e mudar nossa forma de executar alguma tarefa. Mas como identificar as inovações “chuva de verão” e as verdadeiras?

Pensando neste dilema, Jackie Fenn e Mark Raskino, da Gartner, propõem um esquema que supostamente ajuda a situar as inovações com as quais nos deparamos no dia-a-dia e analisar se vale a pena investir nelas ou não. O resultado é o livro Mastering the Hype Cycle, que explica, timtim por timtim, o processo desenvolvido por eles em alguns anos de experiência trabalhando nos ciclos que a Gartner publica anualmente.

Achei o livro bem completo. Obvio que ninguém vai sair dele prevendo o futuro de cada novidade da internet, mas nos ajuda a ver com mais clareza as etapas que uma “inovação” percorre antes de se tornar maistream. Ao contrário de alguns que me deparo nessa área que enchem trezentas páginas com assuntos que cabem em um pequeno artigo, achei o livro bem objetivo. Tanto que o resumo que postei aqui abaixo não substitui sua leitura (estudo).

Estou, inclusive pensando, em fazer um resumo exclusivo do processo STREET (com o qual se analisa o potencial de uma inovação), mas enquanto isso, taí o resumão do livro. Enjoy ;)

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Por que as pessoas compartilham conteúdo?

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Marketing Digital, Redes Sociais, Sociedade | Posted on 21-07-2011

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Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares (ou muito mais), que tanto produtores de conteúdo como marketers se fazem diariamente. Para tentar ao menos formular uma hipótese, o New York Times realizou um estudo com 2,5 mil pessoas nas cidades de Nova York, Chicago e São Francisco.

Um dos primeiros insights chega a ser óbvio, mas interessante: o hábito de compartilhar conteúdo não é novo. Nós já fazíamos isso quando comentávamos uma notícia com um vizinho, mostrava o álbum de fotos de viagem a um amigo, etc. Porém, as novas ferramentas online potencializaram essas possibilidades e hoje, com poucos cliques, compartilhamos conteúdo com muito mais pessoas e em muito menos tempo.

E essa quantidade maior de compartilhamento, relações interpessoais e conteúdo não é sinônimo apenas de facilidade, mas também de exagero. Muitas fontes de informação e fluxos mais complexos podem ser realmente estressantes e agir no sentido inverso ao desejado: gerar a sensação de defasagem.  Quanto mais conteúdo somos expostos, maior a sensação de não ter tempo de absorver tudo.

Então aparecem números interessantes: 73% dos respondentes afirmaram que se aprofundam mais na informação quando a compartem e 85% disseram que os comentários de outras pessoas ajudam no entendimento da mensagem. Resumindo, as pessoas assimilam mais quando passam algo adiante. É quase aquela expressão que diz que ensinar é a melhor forma de aprender mais sobre um assunto.

Mas e a pergunta que não quer calar: por que as pessoas compartilham: 94% das pessoas compartilham o que julgam importante para seus contatos e 49% disseram que compartilhar informação sobre um produto encoraja os demais a conhecê-lo. Até aí meio obvio, né? Porém 66% dos entrevistados responderam que o conteúdo que eles compartilham ajudam a mostrar quem eles são e o que lhes interessa, e 73% que a ação os possibilita se conectar com outras pessoas com os mesmos interesses. Enfim, com essas respostas podemos chegar à conclusão de que os usuários de redes sociais as utilizam para atestarem uma personalidade e firmarem sua posição em seu meio social – seja offline ou online.

O estudo ainda divide os usuários em seis “personas” distintas: altruístas, profissionais, produtores de tendências, bumerangues, conectores e curadores; mas não dá mais detalhes sobre cada uma delas.

E para terminar, ainda dita um guia com 7 indicações para ter seu conteúdo compartilahdo pelos internautas:
1) Motivação para o usuário se conectar a outro
2) Confiança
3) Deixe o conteúdo simples
4) Apele para o senso de humor
5) Abrace o senso de urgência
6) Não se esqueça que ter o conteúdo compartilhado é apenas o começo
7) E-mail ainda é o número 1

Para quem quiser baixar a apresentação do estudo, ela está disponível para download neste link.

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A teoria dos círculos sociais do Google+

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Livros, Redes Sociais | Posted on 15-07-2011

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Grandes projetos partem de grandes idéias, mas normalmente, essas idéias ficam escondidas abaixo da superfície que é o próprio produto final. Por comodidade ou até mesmo porque nem precisamos, não nos perguntamos de onde surgiu isso ou aquilo, por mais que faça parte do nosso dia-a-dia ou seja algo realmente revolucionário.

Há poucas semanas, o Google deu o seu passo mais importante, até agora, de reação frente ao sucesso do Facebook como rede social (ou plataforma). O Google +, que de forma simplória o chamaremos de nova rede social online, tenta captar a atenção (e as atividades) dos 750 milhões de usuários presentes no Facebook atualmente.

Com uma cara muito parecida à do Facebook (à primeira vista) e uma experiência muito diferente da do Orkut – a rede social do Google quase que bastarda – o Google + trouxe consigo um conceito novo(?) de conexões sociais em círculos. Porém, como todo grande projeto, este também tem seus bastidores e, devido a um fato no mínimo curioso, um detalhe que seria mais precisamente um livro pode nunca chegar às mãos dos leitores.

Paul Adams que, aparentemente, é o idealizador do conceito de “círculos” do Google + escreveu um livro sobre sua teoria quando trabalhava no Google, sendo  que a publicação foi inicialmente autorizada pelo empresa mas posteriormente desautorizada quando o Google + começou a sair do papel. Adams acabou deixando a empresa para ser pesquisador do Facebook e, recentemente, veio a público pedir que o Google volte atrás e o permita publicar o seu livro.

Social circles, que chegou inclusive a ser anunciado na Amazon, explicaria a teoria de Adams, com estudos feitos pelo autor sobre as relações entre os círculos de amizades reais das pessoas e suas implicações quando transportados para o mundo virtual. Infelizmente, talvez nunca cheguemos a ler o tal livro e compreender com profundidade seus conceitos, mas vale a pena ler e entender a apresentação abaixo, em que Adams expõe os principais tópicos da sua teoria. Enfim, é, digamos, um resumo do livro que talvez nunca poderemos ler.

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O (novo) Negócio de Mídia

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Jornalismo, ebooks | Posted on 02-06-2011

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A comunicação está sempre se reinventando. Os negócios de comunicação agora também se reinventam. A história nos ensina que cada novo meio que surgiu trouxe rupturas, incertezas e novas formas de consumir informação. Quando a rádio surgiu, muitos decretaram o fim dos jornais impressos e quando a TV surgiu previram o fim do rádio. Com a internet, preveem o fim do mundo.

Uma coisa é certa, as mudanças nunca foram tão profundas e aceleradas. O meio novato sempre teve que se adaptar a uma nova linguagem e todos reencontraram seus nichos. Trocando em miúdos, no final ficava cada macaco no seu galho.

Eis que surge a internet, que não só cria (ou procura) sua própria linguagem, como se apropria das demais e força todas as outras mídias a repensarem seu posicionamento na sociedade. E aí entra um ponto importante, o negócio das empresas nunca havia sofrido uma mudança tão brusca, cada meio que surgia, incorporava, à sua maneira, a publicidade como fonte de receita. E agora a internet, ela própria, ainda não encontrou seu modelo para fazer dinheiro. E desde então, todos colocaram seu chapéu de Indiana Jones e saíram à caça desse Santo Graal.

Larry Digma, assim como muitos outros, saiu atrás do tesouro. Ainda não o encontrou, mas seu livro (eu prefiro chamá-lo de artigo extenso) traz algumas questões interessantes sobre o tema. Não é nada muito profundo, mas ajuda quem quer começar a entender os problemas e as (possíveis) soluções para o futuro do Jornalismo. Por isso mesmo, eu o indico, prioritariamente, a estudantes de Comunicação.

Seus argumentos não fogem do que já se vem falando e, em muitos aspectos, vão ao encontro do que Nick Billton escreveu em seu livro I live in the future. Mas o que mais me interessou foi o direcionamento que ele deu, como se se destinasse aos que estão na base da pirâmide, os jornalistas (mais um motivo para estudantes lerem). O autor explica as transformações no processo de construção da notícia e a quebra de paradgmas, principalmente, na distribuição da informação. Antes o jornalista “apenas” precisa escrever um texto claro, contando os acontecimentos. Hoje ele precisa ter em mente a cadeia de valor completa, pensar em como divulgar uma informação em tempos de compartilhamento de conteúdo e multiplicação de fontes.

Sem dúvida, um dos pontos mais importantes que ele coloca é que, ao contrário do que se grita por aí, o conteúdo não é mais o rei e sim a distribuição, portanto, players que focam nesta etapa, reinarão.

Enfim, vale a pena ler os pontos que separei do livro abaixo, mas também recomendo lê-lo por completo. Ele está à venda para Kindle na Amazon e é bem curtinho.

The Business of Media

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AdPlanner: a nova ferramenta do Google

Posted by Luciana | Posted in Apresentações, Google, Marketing Digital | Posted on 07-07-2008

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O Google lançou na semana passada o Google AdPlanner que, como o nome já diz, é um “planejador” de anúncios para campanhas online. Ele lhe dá uma lista de sites onde você pode anunciar e informações sobre a audiência. A ferramenta foi recebida com muita expectativa pelos profissionais de Marketing Digital e eu entrei na fila e me inscrevi para testar a novidade (o Google não a abriu ainda para o público em geral, é preciso se candidatar).

Para ser sincera, não gostei tanto assim, esperava mais. Pouco mudou em relação à ferramenta que já está disponível para anunciantes na rede de conteúdo e permite escolher os canais de acordo à média de pageviews diários. O melhor mesmo ainda não está disponível para o Brasil que são os dados demográficos (gênero, idade, renda familiar..) e só funcionam em campanhas para os Estados Unidos. Acho que é porque ainda não existem dados suficientes por aqui. Isso me faz lembrar a época em que no Brasil ainda não funcionava direito a segmentação por região (até hoje a dos Estados Unidos é muito mais específica). Enfim, vamos ter que esperar para usar o que o AdPlanner tem de melhor.

Selecionei algumas telas que mostram como é fácil usar a ferramenta, mas como eu disse, ainda tem pouca utilidade para nós aqui do Brasil:

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