Já se foi o tempo em que ter um site acessível era só politicamente correto. Hoje em dia é essencial garantir a acessibilidade de todos, pois não só os portadores de deficiências que têm problemas ao acessar alguns sites. Ainda bem que cada vez mais as empresas investem em usabilidade para porporcionar uma experiência melhor aos seus visitantes.
Por isso achei muito interessante o site dasilva.org.br, uma inciativa brasileiríssima que avalia o seu site (ou qualquer outros que você quiser) de acordo aos padrões que devem ser seguidos para permitir o acesso a todos os grupos de pessoas.
Basta digitar o endereço para ele apontar as falhas e dar dicas de como melhorar a acessibilidade. Isso não é importante só para os que possuem ou trabalham em um site, é bom para os internautas em geral que, ao terem essas informações, podem cobrar ações dos produtores de conteúdo na web.
Uma ferramenta muito interessante tenta calcular o seu gênero a partir do histórico do seu browser. Comigo deu mais masculino que feminino mas percebi que ele não leva em conta sites locais, só os que são muito conhecidos fora do Brasil. Não entrou nenhum portal ou jornal brasileiro na minha lista, por exemplo.
Hoje estava lendo sobre a nova mania do verão inglês: uma bolha enorme onde é possível caminhar dentro, sobre a água (!!!) Aí, eu que não sou nerd logo fiz a pergunta que deve ter passado pela cabeça de 80% das pessoas que viram a novidade (confesse!):
Eu: Ué, mas como a pessoa respira lá dentro?
Japa: Deve ter algum buraco para passar o ar.
Eu: Daaaa, aí entra água, né?
… Então ele me olha com cara de “que pergunta idiota”:
Muita gente, assim como eu, se assustou com o número de followers do Twitter, que caiu bastante de uma hora para a outra. Eu tinha cerca de 420 e hoje amanheci com 380! Aí foi só esperar uns minutinhos para ver a repercussão entre os twiteiros freqüentes.
No blog oficial do Twitter eles explicam que fizeram um update e apagaram muitos perfis que caracterizaram como fakes, ou seja, gente que só criava contas e mais contas para práticas nada legais, como envio de spams e postagem de links para conseguir tráfego a todo custo.
Imagine o dia em que o Orkut levar isso realmente a sério!
Outro dia precisava fazer um caminho diferente ao voltar do trabalho e resolvi acompanhar meu amigo Japa que ía na mesma direção. Ao perceber que estávamos passando por umas ruas meio escuras (tipo de coisa que me causa pânico) em vez de continuar pelas principais, perguntei:
Eu: Você tem certeza que é melhor passar por aqui?
Japa: Segundo o Google Maps esse caminho é 16 metros mais curto que o tradicional.
O pessoal do TechCrunch postou um vídeo muito interessante sobre um experimento que o Google está fazendo que pode deifinir o futuro das buscas na web. A idéia é deixar a procura mais social, com possibilidade de compartilhar comentários sobre os resultados e avaliar as páginas.
Por enquanto, poucos usuários têm acesso a essas funções, mas se a aceitação for boa, quem sabe não veremos isso em breve? Quem trabalha com Marketing de Buscadores (como euzinha) tem que ficar atento, pois como eu já venho dizendo, cada vez temos menos controle sobre que o usuário encontra na internet. Ou melhor, controle não seria a palavra, vamos ter que encontrar outros caminhos
No fim de semana passado subimos a serra e enfrentamos o frio para conhecer esse tal Festival do Vinho de Domingos Martins. O que posso dizer? Pra mim que é puro marketing isso de colocar “vinho” no nome da festa. Ou será que eu espero demais e sempre acabo me decepcionando com as coisas?
Eu que pensava em encontrar pelo menos alguns stands de vinículas, experimentar coisas diferentes… aff (como diria o Filipe), nada! Encontrei foi as mesmas barraquinhas de festa popular com os mesmos vinhos de festa popular de sempre. Foi aí que uma amiga e eu encontramos uma luz no fim do túnel: uma placa que dizia “vinhos importados”, mas nossa alegria durou por muito pouco tempo, pois só havia três opções. Um português – mas não gostamos de vinhos doces -, um argentino – de marca desconhecida e tão barato que nem tivemos coragem de experimentar -, e o Santa Helena, chileno, que acabamos escolhendo por falta de opção mesmo.
Não teve jeito, tivemos que tomar o cabernet em copo de plástico mesmo e agüentar os bêbados de plantão. Fica a dica, quando quiserem fazer uma festa temática, não enganem tanto. Pra ajudar, ainda selecionei alguns temas: Festa da Carambola, Festival da Urtiga ou Exposição de Capim-cidreira. Alguém enfrentaria o frio para esses eventos top?
Ainda bem que em boas companhias a gente faz a balada. Fotos aqui.
Para quem está no Facebook e quer discutir o Marketing Digital com outros profissionais da web, basta ingressar no novo grupo que criei especialmente para isso.
Se você ainda não está na maior rede social do mundo, este é um bom motivo para começar já!
O Google lançou na semana passada o Google AdPlanner que, como o nome já diz, é um “planejador” de anúncios para campanhas online. Ele lhe dá uma lista de sites onde você pode anunciar e informações sobre a audiência. A ferramenta foi recebida com muita expectativa pelos profissionais de Marketing Digital e eu entrei na fila e me inscrevi para testar a novidade (o Google não a abriu ainda para o público em geral, é preciso se candidatar).
Para ser sincera, não gostei tanto assim, esperava mais. Pouco mudou em relação à ferramenta que já está disponível para anunciantes na rede de conteúdo e permite escolher os canais de acordo à média de pageviews diários. O melhor mesmo ainda não está disponível para o Brasil que são os dados demográficos (gênero, idade, renda familiar..) e só funcionam em campanhas para os Estados Unidos. Acho que é porque ainda não existem dados suficientes por aqui. Isso me faz lembrar a época em que no Brasil ainda não funcionava direito a segmentação por região (até hoje a dos Estados Unidos é muito mais específica). Enfim, vamos ter que esperar para usar o que o AdPlanner tem de melhor.
Selecionei algumas telas que mostram como é fácil usar a ferramenta, mas como eu disse, ainda tem pouca utilidade para nós aqui do Brasil:
Estávamos todos lembrando os brinquedos da infância quando foi inevitável lembrar do tamagochi (é assim mesmo que se escreve?) e do meu lindo bichinho que nunca chegou à vida adulta. É, eu sei, serei uma péssima mãe, nem para alimentar um chip eletrônico eu sirvo!
Mas a conversa ficou mais animada mesmo quando começamos a falar do Pense Bem (quem se lembra?). Era meu sonho de consumo infatil e talvez por nunca ter se realizado, tenho essa compulsão por computadores (foi o que eles disseram). Estávamos todos rindo, contando “eu tina, eu adorava” ou “ah, eu não tinha”, quando o Japa justificou todos o estereótipo do oriental nerd e disse “ah, eu adorava o meu, até que eu descobri como programar para fazer os livrinhos eu mesmo…”. Silêncio total.
Eu já tinha brincado uma vez há muito tempo e hoje me lembrei dele http://bit.ly/18lBGr BrandTags Ver20 horas atrás
Como assim só me avisam agora que o submarino vende Havanna??? http://bit.ly/bZFpvyVer21 horas atrás
Achei até legal a Timeline de #Lost http://bit.ly/dkloWI, mas seria bem mais legal uma ordem cronológica. Ok, teria que ser Timecircle. Ver21 horas atrás
@luizaquino Olha, acho que o primeiro a pensar é no púbico que quer atrair pro seu blog e daí pensar como fisgá-lo no Google. hehe Ver22 horas atrás
@luizaquino Eu já estou no AdWords então não tenho mais que pagar os R$ 40 de ativação :) Ver22 horas atrás
@oclebermachado O jogador McIntoshi do Deportivo Itália, da Venezuela (!!!), trava menos a bola que os demais? Ver23 horas atrás
Finalmente chegou o tão esperado dia de pagar o cartão de crédito. Não terei mais pesadelos com o dólar valendo R$ 10. Até a próxima viagem. Ver23 horas atrás
Chegou uma cartinha do Google me dando R$ 100 no AdWords :) Ele anda tão generoso, né? Vou brincar de divulgar o blog. Ver23 horas atrás