jan 31

Hoje estréia a 4ª temporada de Lost nos Estados Unidos. Amanhã já nos reunimos aqui em casa para ver o primeiro capítulo baixado da internet :). Para comemorar a data, deixo uma paródia muito simpática da música Hard to say I´m sorry (brega, é verdade) em homenagem à série. Let´s sing!:

Everybody needs a little time away
In a bear cage
With The Others
Even a lovely castaway
That can scare
Her own mother

Hold me now
The boring doc is Jack and I’m Sawyer
I just want you to stay

Do you think Ben tells the truth?
Or he makes it up like you?
Ok… me too!

And after all I could just get some
Take a look at me
You can’t let go

Agora que já sabe a letra, cante junto com a canção!

A dica é do site Uma dama não comenta.

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Escrito por Luciana

jan 30

Botafogo ganhou de 6 x 2 do Mesquita. Meus temores aumentam…

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Escrito por Luciana

jan 29

Hoje ganhei um biquini de presente da minha mãe :). Quando meu pai me viu pensei que fosse fazer o mesmo discurso que todo pai preocupado com a sua filhinha faz: “isso não tá muito pequeno, não, mocinha? Vai vestir algo decente!”. Em vez disso, ele reclamou: “é bonito, mas é muito grande”.

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Escrito por Luciana

jan 29

Feriado de Carnaval se proximando e já começou a chegar a parentada… primos e mais primos… e de repente a minha casa se transformou em uma boate (ou seria baile funk?) 24 horas. Meu pai chegou de viagam domingo passado às 23h e não estava cansado o suficiente para deixar de acordar os vizinhos com o DVD dos Rolling Stones que eu baixei (Couto 1 x 0 Jagger!!!). E quando a gente acha que não tem como piorar, alguém coloca no seu querido home theater (sim, aquele que a gente trata com tanto carinho) um DVD do tal do créu…. minha nossa, a música já é perturbadora, não dava para me poupar pelo menos da imagem?

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Escrito por Luciana

jan 27

Quando o Botafogo ganha de 3 x 0 me dá até medo. Vem algum vexame grande por aí…

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Escrito por Luciana

jan 26

Hoje na praia um amigo me convidou para ir ver o jogo do Rio Branco…

Eu: Que decadência! Um dia você está no Monumental de Nuñez, no outro está considerando a proposta de ir no Cléber Andrade!

Zezinho: Pelo menos com o Rio Branco você não vai passar pelo vexame que o Botafogo fez você passar.

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Escrito por Luciana

jan 23

Hoje estava organizando os jornais que trouxe da Argentina para a minha tese e não pude resistir em tirar fotos das três melhores capas do Olé enquanto eu estava lá. Enjoy!:

 Capa do Olé: Argentina fora da Copa 2006 
Olé de 01/07/2006: Argentina fora da Copa!!!

Capa do Olé: Brasil fora da Copa 2006 
Capa do Olé 02/07/2006: Quem ri por último ri melhor e dessa vez eles riram melhor :(

Capa Olé: Copa das Confederações 
Capa do Olé 30/06/2005: Lembra do baile na Copa das Confederações? Deu pane na impressora deles… hahaha.

 Capa Crónica: Copa das Confederações
Capa do Crónica 30/06/2006: Ainda chorando pela Copa das Confederações este jornal (mais que) sensacionalista escreveu “Um dia negríssimo”, lembrando que o São Paulo ganhou do River no mesmo dia. Detalhe: eles costumam chamar nós brasileiros de negros, entendeu a conotação???

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Escrito por Luciana

jan 21

“Men aren’t that complicated. They’re kind of like plants.”

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Escrito por Luciana

jan 20

Já está rolando uma pesquisa no Orkut perguntando quanto as pessoas estão dispostas a pagar por um show do Dave Matthews Band no Brasil. Os valores vão de R$70… até R$500 ou “Ir a um show do DMB não tem preço”. A última opção foi escolhida por 71% dos que votaram. Fala sério galera, depois reclamam quando se aproveitam dos fãs…

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Escrito por Luciana

jan 20

Ele: Cada vez que te vejo, você está com uma roupa diferente. Você não repete não?

Eu: Se quiser conhecer meu guarda-roupa completo, você vai ter que ficar comigo pelo menos por uns três anos.

Risos….

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Escrito por Luciana

jan 17

Está provado, os homens falam grego e as mulheres mandarim.

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Escrito por Luciana

jan 17

Hoje procurando desesperadamente (tá bom, nem tão desesperada assim) um lugar de onde baixar o último box de DVDs dos Rolling Stones (não que eu goste de ser pirata, mas o original custa R$ 170!!!) encontrei uma matéria da Folha sobre o tesouro que estou procurando onde os caras falam que os argentinos foram a platéia mais “insana” que eles já viram em toda a trajetória deles (que não é pequenininha). Lembrei do show do U2 lá em Buenos Aires, quando fiquei literalmente (literalmente!) sem tocar o chão com os pés. Foi o maior empurra-empurra que enfrentei até hoje. Por toda a minha vida eu vou jurar que vi o Bono, mas para falar a verdade, não tenho certeza.

Eu achava que estava exagerando e que era implicância minha. Ou quem sabe já estava ficando velha e com medo de multidões. Nunca tive coragem de me enfiar no meio do público em nenhum show em Buenos Aires e me sentia culpada, pensava que talvez fosse fresca demais. Agora me sinto aliviada em saber que meu amigo Jagger concorda comigo….

Mas voltando ao assunto da pirataria… R$ 170??? Querido Mick, você não acha que já ganharam dinheiro demais? Desculpa, mas vou copiar sem dó nem piedade!

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Escrito por Luciana

jan 15

Depois de passar mais de quatro horas no Detran do Rio sexta-feira passada, entrei num fast food de pizza morta de fome. Vi que o grupo na minha frente demorava muito e quando eu já estava arrancando o braço de qualquer um deles para comer, percebi que tentavam desesperadamente se comunicar com a atendente em espanhol, com aquele sotaque inconfundível… ofereci minha ajuda, traduzi o pedido deles e depois do tradicional “¿dónde aprendiste español?” levei meu pedido para a mesa e devorei meu almoço das quatro da tarde pensando: não importa para onde eu fuja, os argentinos sempre irão me perseguir.

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Escrito por Luciana

jan 10

“Relationships have been on the decline ever since women came out of the cave, looked around and said, “this isn’t so bad.”

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Escrito por Luciana

jan 10

Cheguei da manicure hoje à tarde e… nada de luz! É sempre nesses momentos que percebemos o quanto somos dependentes da energia elétrica. Tudo o que você pensa não dá para fazer: ver televisão, usar o computador, ver um dvd… quase toda a minha vida mediocre está atrelada à luz.

Já que ontem tinha terminado de ler o último livro que comprei no domingo passado (minha mãe tinha razão: “não leia tão depressa, guarde um pouco…”, claro que ela estava pensando mais em não ter que desembolsar para comprar outro) não sobrava muitas opções de entretenimento. Olhando a estante na busca de algo que ainda não tinha lido, encontrei um tesouro. Era sim algo que eu sabia de cor e salteado, mas que nunca perdia a graça: o guia das primeiras temporadas de Friends!

Como não podia ver os dvds, podia, pelo menos, improvisar com a minha imaginação e quando me vi rindo das piadas que já vi na televisão umas mil vezes percebi que talvez necessitasse um psicólogo… hahaha… deixei o guia pra lá e procurei outra coisa para ler. Aí achei um livro de crônicas de futebol do Nelson Rodrigues - À sombra das chuteiras imortais - que já havia lido há alguns anos e pensei que seria uma boa idéia. Como esse cara me diverte uma e outra vez! Adoro o seu dom de transformar a ironia em arte. Ou pensando bem, ele talvez nem fosse irônico, ele realmente acreditasse em todo o exagero que escrevia. Conta a lenda que ele não entendia nada de futebol e tinha uma miopia que o impedia diferenciar o seu time do adversário, mas mesmo assim, poucos descrevem a paixão pelo futebol tão bem como ele. Fala sério, só Nelson Rodrigues tem permissão para nos descrever tão cruelmente:

“E, além disso, como o italiano da anedota, o alvinegro autêntico paga para sofrer. O alvinegro autêntico, repito, prefere a castástrofe. E, quando o time perde, ele se realiza. Pode clamar, espernear, arrancar os cabelos, amaldiçoar e soltar os cães de sua ira. É a vocação da calamidade que torna inconfundível o botafoguense irreversível.”

Digam o que disserem, para mim a ironia é uma das melhores formas de dizer a verdade.

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Escrito por Luciana

jan 09

Li hoje na Folha que a China proibiu sacolas plásticas gratuitas em lojas com o objetivo de diminuir a quantidade de bolsas jogadas no lixo diariamente. Foi inevitável me lembrar dos mercadinhos chineses de Buenos Aires que quase nunca davam bolsas suficientes. Com isso o governo portenho não tem que se preocupar.

Uma vez me contaram que o governo chinês, além de implementar a sua famosa e polêmica política de controle de natalidade, incentiva o povo a emigrar para outros países e assim, tirar um peso das costas. Normalmente, os que recebem esse incentivo do governo (não sei qual é o critério de seleção) vão para outros países com capital suficiente para abrir um pequeno negócio que sutente ele, a sua família e alguns empregados mais (de quebra, eles se livram de mais chineses). Parece que a Argentina tem um acordo com a China que facilita a instalação dos chineses e por causa disso, é muito comum encontrar pessoas com os olhinhos puxados por todos os cantos da cidade.

Normalmente eles abrem uma lavanderia, um restaurante (chinês, claro) ou um mercadinho. Diz a lenda urbana que onde há chinês não há cachorro de rua. Não sei se é verdade, mas desde que me contaram isso eu parei para analisar e nunca vi um cachorrinho andando sozinho em Buenos Aires. Por motivos obvios, eu não comprava carne nos mercadinhos deles. Mas como sou hipócrita, adorava os restaurantes chineses onde comia yaksoba, chaw mien, chaw fan… sem saber muito sobre a procedência da carne. Sabe como é, é a população que mais se multiplica no mundo, tão mal não deve fazer comer um totó de vez em quando. E a verdade é que os pratos eram realmente saborozos, principalmente no Barrio Chino (Bairro Chinês) onde eles estão concentrados. É relamente um pedacinho da China, onde você pode comer a comida deles, visitar o templo budista, comprar “iguarias” (leai-se insetos desidratados) do oriente e, se sobrar tempo, alugar um filme chinês em uma locadora especializada. Nosso problema sempre foi ler o cardápio, já que geralmente estava, claro, em chinês, como quase todos os letreiros do bairro.

Mas voltando ao tema das sacolas de plástico… Eu não costumava ir muito ao mercadinho chinês perto da minha casa, porque achava meio desorganizado e um pouco sujo, além de não ter a mesma variedade que um supermercado. Mas depois que descobrimos que lá os vinhos eram muuuuuito mais baratos (não me pergunte o motivo) virei freqüentadora assídua. Só que era sempre a mesma discussão maluca no caixa. Sempre queriam colocar duas, três, às vezes quatro garrafas de vinho em uma única sacola de plástico e era óbvio que não resistiria a quadra que teria que andar até a minha casa. Seria mais fácil talvez se o atendente e eu falássemos alguma língua em comum. Eu tentava espanhol, inglês, português… qualquer coisa, mas o cara só entendia mesmo o chinês (ah claro, ele sabia muito bem contar em espanhol, principalmente o dinheiro). O jeito era apelar para a linguagem dos sinais (acredite, há sinais que têm o mesmo significado em qualquer lugar do mundo) e eu acabava conseguindo pelo menos uma sacolinha mais.

Então, fico me perguntando, se os chineses consomem 3 milhões de sacoles plásticas por dia (isso disse a reportagem) mesmo com essa “mendigagem”, quantos eles consumiriam se me dessem o número correto para levar as garrafas para casa? Isso sem falar que o atendente nunca entendeu porque eu queria separar os produtos de limpeza das verduras na bolsa…

Nota: brincadeiras à parte, acho interessante a iniciativa do governo chinês e poderia servir de exemplo para evitar tanto desperdício.

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Escrito por Luciana

jan 08

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Alguém mais acha que The Big Bang Theory é a melhor sitcom desde Friends? A alegria de esperar esperar um episódio novo nas terças-feiras voltou! Ok, tenho que reconhecer, isso soou loser

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Escrito por Luciana

jan 07

Livraria Ateneo - Buenos Aires

Ontem, um domingo típico de nada para fazer à tarde, decidi lembrar meus velhos tempos de Buenos Aires e me aventurar por alguma livraria. A única opção foi a Siciliano do Shopping Praia da Costa, que pelo menos é grande. Mas sei lá, não tem o mesmo charme, acho que só pelo cheiro já dá para perceber que o ambiente é outro. “Tá bom” - pensei - “também não queira exigir uma Ateneo”, mas a verdade é que pelo menos um lugar descente para sentar eles poderiam oferecer. Eu contei, eram três mesas com duas cadeiras (desconfortáveis!!!) cada. Nem precida dizer que não consegui lugar para sentar e ler alguma coisa dos livros antes de comprar.

Foi inevitável lembrar de uma tarde em que Silvia e eu fomos ao Ateneo e lemos Memorias de mis putas tristes do Garcia Marquez completo! Entre um cafezinho e outro (mais uma sugestão para as livrarias daqui) a gente comentava o livro tão esperado (e não tão barato). E se engana quem acha que isso faz com que a livraria venda menos. Quantas tardes passei lendo um livro que depois terminava comprando para terminar de ler em casa.

Outra coisa que notei é que agora os livros de auto-ajuda, se bem têm uma área reservada para eles, ocupam quase todas as outras também. Estão mais camuflados e até mais dífíceis de serem detectados. Se antes se limitavam a capas com pessoas caminhando felizes pela praia, flores ou algum animalzinho fofo, hoje eles estão cada vez mais cool, com cores mais vivas e títulos divertidos. Entre um livro de verdade e outro, lá estava um chamando a atenção. Aliás, há para todos os problemas (?) e gostos. Um que me chamou particularmente a atenção se chamava Como andar de salto alto (acho que era assim) que a primeira vista parecia uma nova mentira de Candance Bushnell, mas nada mais era que um manual para todas as situações da mulher moderna… me poupe! Já aprendi bastante com a Capricho e mais tarde com a Nova.

Depois de pesquisar muito e ler várias orelhas (sem ter um lugar para sentar!), decidi comprar a febre do momento esse tal de Marley & eu. Queria mesmo algo bem leve, já que venho de uma leitura muito pesada do Vargas Llosa (La fiesta del chivo, que me decepcionou, diga-se de passagem) e a carinha daquele labrador me comoveu. Fui para casa decidida a descobrir porque é o mais vendido e até agora não vi nada de extraordinário, mas é realmente muito divertido. Aliás, o autor provou o que eu sempre falo: o importante não é a história e sim a forma como ela é contada.

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Escrito por Luciana

jan 05

Não resisti e acessei a Wikpedia para ver quem nasceu no mesmo dia que eu e demais cuirosidades. Que legal, faço aniversário junto com o Umberto Eco!

E lendo as curisodidades, também descobri que um astronauta, ao voltar do espaço para a terra, pode crescer até 5 cm devido à ausência de gravidade. Já sei então o que eu quero de presente de aniversário!

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Escrito por Luciana

jan 03

“Normal is the halfway point between what you want and what you can get.”

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Escrito por Luciana

jan 03

Amanhã é o grande dia. Começa oficialmente (ao menos para mim) o ano de 2008. A festa está marcada na boate São Firmino. Quem quiser se divertir muito e dançar a noite toda, pode confirmar presença.

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Escrito por Luciana

jan 03

Ontem fui dormir com a música Everybody hurts do R.E.M. na cabeça. Hoje acordei e ao colocar o mp3 aleatório foi justamente essa a música que tocou, só que na versão do The Corrs. E olha que fazia muito tempo (mas muito tempo mesmo) que eu não a escutava. O que isso quer dizer?

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Escrito por Luciana

jan 02

Primeiro dia do ano. Sim, primeiro dia, afinal alguém faz alguma coisa no dia 1º de janeiro? O dia 2 é muito melhor, é o dia do aniversário da Brunna, o dia em que voltamos às obrigações da vida e nos damos conta de que não mudou nada só porque virou o ano, mas sempre temos a sensação de que tudo pode melhorar.

Enquanto estão todos pensando no que vão fazer neste ano me dei conta de uma coisa: 2008 é um ano bissexto. Alguém já pensou como vai aproveitar esse dia a mais do calendário?

Eu sei que no final das contas vai ser como um dia qualquer, mas seria bom se pudéssemos fazer dele um dia perfeito. Poderíamos usá-lo para fazer só coisas que gostamos ou aquelas que nunca temos a oportunidade de fazer, como se fosse dado de presente para a gente que tem tantas obrigações nos dias comuns. Seria um bônus!

Melhor ainda, olhando no calendário vi que o dia 29 de fevereiro vai cair numa sexta-feira (oba!) e como bons brasileiros poderíamos emendá-lo com o fim de semana, que tal?

E você, como pretende usar o seu bônus?

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Escrito por Luciana

jan 02

Tenho certeza que muita gente por ai fez algum ritual na virada do ano para atrair sorte em 2008. É um tal de pular sete ondinhas aqui, comer não sei quantas uvas ali, beijar alguém (esse não faz mal a ninguém em nenhum momento do ano, não é mesmo?). Mas alguém já parou para pensar que estamos no horário de verão? Ou seja, a meia-noite de verdade foi à uma da manhã!

“Ah, tá explicado!”, alguém deve ter pensado. É por isso que essas simpatias nunca funcionam, esse é o motivo pelo qual você não encontrou um grande amor no ano passado, nem ficou rico, muito menos teve paz. E adivinha, também não vai funcionar em 2008!

Mas para passar um pouco de energia positiva eu desejo um Feliz Ano Novo para todos aqueles que acreditam que um bom ano é a gente quem faz!

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Escrito por Luciana