DESTAQUES

Twitter offline: pequena experiência de inclusão... Em tempos em que se fala muito de Velha Mída x Nova Mídia, redes sociais e inclusão digital, a iniciativa de um jornal popular de Goiás me chamou a atenção, a princípio por curiosidade. Depois pensei...

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Pelo Mundo Afora Tenho andado meio afastada deste blog, mas juro que é por um bom motivo. Tenho trabalhado em um projeto com o meu namorado que, estou adorando! É o blog Pelo Mundo Afora, onde contamos nossas experiências...

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Mil livros no bolso Lembra quando tínhamos pilhas de CDs em casa? E você por acaso se lembra da primeira vez que ouviu uma música tocar no seu computador? Com certeza vai se lembrar da reação que teve ao ver um MP3...

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Think different

Posted by Luciana | Posted in Compras, Tecnologia | Posted on 31-12-2007

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Último dia do ano. Para muitos é momento de fazer a listinha das coisas boas de 2007, para outros a listinha de propósitos para 2008. Como o meu aniversário é sábado que vem, eu tenho coisas mais importantes em que pensar, como o meu presente, por exemplo.

Depois de muitas pesquisas e negociações em casa, parece que o meu tão sonhado notebook está mais próximo. E justo na reta final, uma promoção possibilita a aquisição de um dos meus sonhos de consumo: um macbook.

Mas como tudo que é muito esperado, quando acontece a gente fica com aquela sensação de “será mesmo?” e aparece um montão de dúvidas. Justamente na hora de me decidir pintou aquele medo de não estar à altura de um mac. Será que chegou o momento de comprar uma maçã e mandar esse abacaxi do windows para a *$#@%…?

Decidi procurar ajuda com quem sabe. Entrei em vários fóruns virtuais tentando descobrir as vantagens e desvantagens de comprar meu primeiro Apple. Só que, claro, esse tipo de sites é freqüentado por pessoas, digamos, diferentes de mim. Essas que entendem muito mais de computador, sabem de cor todos os diálogos de Star Wars e horários dos programas do Discovery Channel (opa, ultimamente tenho visto tanto que já estou quase lá). Esses que costumam ser chamados de nerds de forma discriminatória. Eu, particularmente, prefiro a palavra geek, é mais cool.

E em um desses fóruns encontrei uma definição que mais parece emitida por um homem do século XIX que de um cara que está acostumado a estar na vanguarda das tecnologias: “This is a great computer for your wife or significant other who does not understand a thing about computers“…. hahaha… apto para louras como eu então!

Quanto preconceito e ignorância…

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Frase do dia

Posted by Luciana | Posted in Frase do dia, Praia | Posted on 30-12-2007

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Estamos na praia e passa uma mulher (mais ou menos, na minha opinião) bonita.

Luis: Nossa, isso é tudo seu?
Paula: Claro que é dela, silicone não balança tanto assim.

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Bola pra frente

Posted by Luciana | Posted in Nada | Posted on 30-12-2007

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E justo quando você está conseguindo se levantar da lona e ensaiar uma reação, ele vem e lhe passa uma rasteira novamente, só para lembrar que você não é tão forte assim.

Pronto, o jogo acabou. Com alguns cliques já não está mais no meu MSN. Ele que vá agora procurar outra amiguinha que o entenda. Passei meus últimos três anos cuidando de alguém e ninguém se preocupou comigo. Estou simplesmente exausta e acho que é hora de que alguém cuide de mim.

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E se eu quero tudo?

Posted by Luciana | Posted in Coisas da vida, Costumes, Feriado, Nada, Sociedade | Posted on 29-12-2007

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Mais um ano vai embora, outro novinho em folha está chegando e, por mais que pareça ridícula a importância exagerada que se dê a essa passagem, o clima de nova oportunidade contagia até a mim. O ser humano necessita mesmo de ritos de passagens ou algum tipo de ordem que o faça organizar sua vida. E sabe aquele ditado “yo no creo en las brujas, pero…”? Eu sempre escolho cores positivas, porque você sabe, just in case. Estava pensando em passar a virada com um vestido amarelo e roxo (parece bem divertido, né?) mas já me disseram “hum, roxo é? Isso não lembra a morte?” e eu que tinha tudo planejado nos mínimos detalhes vi meu mundo ir abaixo.

Tenho uma blusa branca que nunca usei, mas acho tão sem graça isso de branco. Sou a pessoa menos tranqüila que eu conheço, eu já acordo pulando, não consigo caminhar pela casa, vou sempre saltando pra lá, pra cá, abro a geladeira para pensar… seria muita hipocrisia passar com uma cor que pede paz.

Então talvez seja melhor pensar no que eu quero para 2008 e a partir disso pensar nas cores que devo vetsir. Deixa eu ver, no próximo ano eu quero conseguir um bom emprego, ter muita saúde, comprar meu carro, terminar a minha tese, correr mais, encontrar o amor da minha vida… que cor representa isso tudo?

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Samantha Jones Rules #02

Posted by Luciana | Posted in Samantha Jones Rules | Posted on 28-12-2007

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“Yep! I’m looking for one that’s juuuust right.”

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Eu juro que sou brasileira

Posted by Luciana | Posted in Coisas da vida, Nada | Posted on 28-12-2007

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Hoje voltando da academia aconteceu uma coisa muito engraçada. Um garoto com um cachorro me perguntou se eu morava por aqui porque sempre me via passar. Eu pensei “ai, essa cantada é muito velha e fraca” e respondi que seria praticamente impossível ele ter me visto antes porque não andava muito por aí. Foi uma “meia-mentira” porque se bem eu faço o mesmo caminho todos os dias eu costumo ir muito cedo e cruzo com poucas pessoas na rua. Como o cachorro dele me chamou a atenção (acho que era um bulldog, muito fofinho por sinal) eu já teria reparado nele.

Foi aí que ele me perguntou “mas você não é brasileira não, ou é? Porque você tem um sotaque diferente, parece argentina…” hahaha… eu comecei a rir e não pude falar mais nada. Será que eu ainda falo tão estranho assim? Aproveitei que já chegava na Fortaleza, me despedi e voltei para casa rindo pela rua.

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Papai Noel generoso

Posted by Luciana | Posted in Coisas da vida, Nada | Posted on 27-12-2007

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Quando voltei de Buenos Aires tive que despachar 100 Kg de mudança. Não, não trouxe meus móveis, foi tudo de roupas, sapatos e bolsas! Tá bom, eu reconheço que talvez seja um exageiro ter mais de 60 bolsas, mas é um vício que não penso em tratar. E o pior é que não coube tudo no meu quarto e ainda há coisas minhas espalhadas por toda a casa. Isso sem falar nos cinco pares de sapatos que se somaram à minha coleção desde que eu cheguei e ainda estão no chão do quarto, esperando por uma vaga no armário.

Como se não bastasse, voltei da viagem do Natal com mais “presentinhos” e ainda não sei como acomodá-los no meu acervo, que não tem nenhum Picasso mas está mais protegido que o do Masp. A seguir, a lista do que o Papai Noel me trouxe:

- 2 pares de sapatos
- 2 bolsas
- 2 cintos
- 1 barbie (sim, uma barbie)
- 2 pulseiras
- 1 par de brincos
- 1 piercing
- 4 grampos de cabelo
- 6 pares de ganchinhos de cabelo
- 2 garrafas de vinho

Será que eu sou mimada?

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Feliz Natal?

Posted by Luciana | Posted in Feriado, Fim de semana, Fotos, Nada, Viagens | Posted on 27-12-2007

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Papai Noel Judas

Eu sei que temos que fazer economia de vez em quando, mas daí a fazer essa porcaria de árvore de Natal com esse bando do Papai Noel (se diz “noéis”?) já pensando em aproveitá-los como bonecos de Judas na Semana Santa é too much! A foto foi tirada em Três Rios – RJ, onde passei o Natal. A imagem reflete a realidade da cidade: bem murchinha…

 Ugly potatos

E o que falar desse presépio feito com sacos de batatas?

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Frase do dia

Posted by Luciana | Posted in Frase do dia | Posted on 20-12-2007

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“Vou ser conselheiro sentimental de mulheres, nunca vai me faltar trabalho.”
Meu amigo Átila

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Reality Blog

Posted by Luciana | Posted in Twitter | Posted on 20-12-2007

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A batalha da semana passada foi conseguir configurar o celular para enviar fotos diretamente ao blog. Como vocês podem ver, problema solucionado.

Mas a desta semana era outra. E como vocês também poder ver, para o meu reality show ficar completo, consegui instalar o badge do Twitter. Agora posso enviar mensagens sobre o que estou fazendo direto do celular também. Para ficar mais completo, instalei o box com as conversas dos meus amigos, que ainda são na maioria argentinos, mas prometo adicionar mais brasileiros para não ficar só em espanhol.

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Uma fronteira muito distante

Posted by Luciana | Posted in Montevidéu, Sociedade, Uruguai, Viagens | Posted on 19-12-2007

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O congresso uruguaio aprovou ontem a legalização da união civil entre homossexuais. Se você, sem essa informação, tivesse que pensar qual seria o primeiro país latino-americano a tomar tal decisão, qual escolheria? O Brasil, considerado tão open-minded? O Chile, que parece estar um passinho mais perto das “maravilhosas idéias de libertadade” da América? Ou a Argentina, já que Buenos Aires é considerada a capital do turismo gay no continente? Eu acho que responderia Uruguai.

Não, não tenho bola de cristal. É que nas duas vezes que estive nesse país a mentalidade do povo uruguaio me surpreendeu. Na primeira viagem, a Colonia, fiquei sabendo que a prostituição era legalizada e fiscalizada. Claro, não sei se a prática funciona bem, mas ao menos a teoria me parece muito interessante. A profissão de prostituta é reconhecida como qualquer outra, elas contribuem à previdência social e por isso têm direito a aposentadoria e outros benefícios (detalhe interessante: só essas profissionais e os das Forças Armadas se aposentam antes que os demais). Mas não é tão simples, têm que ser registradas e passar por exames médicos periodicamente.

Acho super válido, pois sabemos que a proibição nunca foi capaz de abolir a prosissão mais antiga do mundo (será mesmo?) e legalizá-la evitaria vários efeitos colaterais, como transmissão de doenças, tráfico de mulheres e prostituição infantil.

Já a minha segunda viagem foi a Montevidéu (com uma passagem rápida por Punta del Este). Numa tarde de feriado na capital uruguaia, a chuva me surpreendeu e tive que deixar meu passeio pelos lindos edifícios antigos para procurar abrigo numa caixa de sapatos gigante e impessoal chamada McDonald’s. Pedi um café (tenho que reconhecer, uma coisa que sinto muita falta da minha vida às margens do Río de la Plata são os cafés premium do Mc) e me sentei para ler El País e observar os uruguaios. Acontece que quanto mais eu andava pelas ruas, mas achava tudo muito parecido à Argentina. Não era para menos, um país tão pequeno não tinha condições de produzir para uma demanda tão limitada, era muito mais negócio importar do vizinho e nisso se deve incluir também a indústria cultural argentina. Procurando nas bancas, não encontrei nenhuma revista nacional, eram todas vindas do outro lado do rio. Muitos canais da TV eram argentinos também, repetindo a mesma programação que eu via em Buenos Aires.

Nas primeiras linhas do jornal, vi que também seguiam o padrão de escrita dos diários argentinos e então comecei a olhar em volta para saber o que tinham de diferentes. Foi quando chegou uma garota, de uns 18 ou 19 anos e se sentou na mesa ao lado. Fiquei observando sua roupa, que parecia muito às das argentinas e pensava “ai, por que pelo menos nisso eles não copiam do Brasil?”. Mas tudo bem, ela era inclusive mutio bonita. Alguns minutos depois chega outra menina, aparentando também a mesma idade e ao cumprimentá-la, para minha surpresa, lhe dá um beijo na boca, desses bem dados.

Confesso que me surpreendi com a naturalidade como as meninas se comportaram. Olhei ao redor e ninguém se alterou, como se não tivesse passado nada estranho. Na verdade, não tinha passado nada de mais, nem era da minha conta, mas convenhamos que não vejo isso todos os dias. Eu dividia meu tempo em ler o jornal, tomar meu café, olhar as garotas e me repreender pela minha curiosidade discriminatória.

Depois fiquei pensando na minha atitude e qual seria a dos demais se, em vez do Uruguai, estivéssemos no Brasil. Será que aqui, onde dizemos que somos um povo tão aberto, as pessoas simplesmente ignorariam a situação e seguiriam com seus cafés como se não tivesse acontecido nada?

Então fica a lição. A lei é excelente, mas na verdade o que importa mesmo é como o povo encara a questão. Talvez as duas hoje estejam felizes com a resolução, ou talvez nem se importem muito porque o principal já tinham: a liberdade de ser o que são.

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Diz-me que fazes no Orkut e te direi quem és

Posted by Luciana | Posted in Coisas da vida, Costumes, Orkut, Sociedade | Posted on 19-12-2007

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É, as pesquisas comprovam o que eu já tinha observado desde que voltei para o Brasil: os brasileiros usam mais o Orkut que o e-mail (matéria da Folha de S. Paulo). Eu já tinha meu perfil há algum tempo, mas nem entrava muito quando estava na Argentina, afinal lá a moda é estar no Facebook, onde eu tmabém tenho perfil. Achei engraçado quando conheci um brasileiro em Montevidéu (eu ainda morava em Buenos Aires) que, em vez de pedir meu e-mail, me perguntou se eu tinha Orkut.

E não sei o motivo, mas a moda pega mesmo. Desde que eu cheguei entro todos os dias no Orkut para ver os scraps, responder, ver quem subiu fotos e videos novos, adicionar conteúdos… talvez seja porque é mais aberto e nós brasileiros adoramos bisbilhotar a vida dos outros. Isso sem contar que em alguns minutos você pode se informar muito sobre algumas pessoas. Vai dizer que as comunidades que entramos não dizem bastante sobre nós mesmos? Sem falar nos contatos, saber com quem certa pessoa se relaciona, como conversa com as outras…

Antes conhecíamos uma pessoa e íamos descobrindo coisas novas com o tempo. Às vezes nos surpreendiam para bem ou para mal, mas não assim de cara. Tenho uma teoria de que cada vez mais os relacionamentos são artificias, assim como a maioria das coisas atualmente. Em uma sociedade onde as marcas impõem os gostos à maioria em um piscar de olhos, as pessoas se acostumaram ao “imediatismo” também nas relações pessoais.

Já são cada vez mais raros esses momentos mágicos em que você está saindo com uma pessoa há algumas semanas e, na sorveteria, ela pede sorvete de chocolate com nozes e você “ah, você gosta de sorvete de chocolate com nozes? É o meu preferido!” e done, você acha que é o amor da sua vida (não importa se é ou não é de verdade). Agora você conhece alguém numa noite, vai para casa e já vê na lista de comunidades dela “Adoro sorvete de chocolate com nozes”. Onde está o romantismo nisso tudo?

Isso sem falar nos inúmeros amores desperdiçados por bobagens. Voltando à mesma situação da sorveteria: você acaba de descobrir que são almas gêmeas por causa do gosto do sorvete e, de repente, o seu grande amor diz que esse momento faz lembrar uma música linda do Bruno e Marrone… urg… seu estômago se retorce de decepção… mas você acaba aceitando, afinal, seu coração já foi fisgado.

Nos tempos do Orkut, essa relação não teria sobrevivido o suficiente para chegar à sorveteria. No dia seguinte você já teria visto na sua lista de comunidades “Amo Bruno e Marrone” e, provavelmente, bloquearia o seu perfil.

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Samantha Jones Rule #01

Posted by Luciana | Posted in Samantha Jones Rules | Posted on 18-12-2007

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Don´t play “hart do get” with someone´s hard to get.

Tradução: “Não banque o difícil com alguém difícil de conseguir.”

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Let´s play

Posted by Luciana | Posted in Academia, Coisas da vida, Vida saudável | Posted on 18-12-2007

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Nunca fui fanática de video-game. Eu morria em cinco minutos e me dava muita preguiça começar de novo. Quando por algum milagre eu avançava algumas fases, o sentimento de fracasso ao perder a última vida depois de muito tempo de jogo era maior ainda.

Mas na vida às vezes somos obrigados a começar tudo de novo e mesmo com toda a preguiça e o cansaço, temos que dormir um pouquinho para descansar e recomeçar do zero. É como quando se termina um relacionamento longo, eu penso “la puta madre, começar tudo de novo?” e lá vou eu apertar o reset e entrar nesse jogo que até parece divertido à primeira vista, mas depois fica tão complicado e muuuito cansativo. Aliás nunca entendi o porquê de complicar tanto uma coisa que deveria ser simples. E quando você entende as regras, vai passando de fase, mata alguns chefões e está confiante de que vai chegar até o fim, você não vê um buraquinho negro na tela e…. game over!

A Amy Winehouse tem muita droga no sangue, mas estava lúcida o suficiente quando escreveu uma frase que é tão simples como correta: love is a losing game.

Mas para nossa sorte, nem todos os jogos são de dois jogadores. Há também os que jogamos para superar a nós mesmos. E hoje tive que encarar, depois de muito tempo, a esteira da academia. Eu tinha (e tenho ainda) muito medo de ver que eu não posso correr o mesmo que corria antes, que todo o treinamento foi perdido e não resta mais nada que começar do zero para, quem sabe, um dia voltar ao que era antes. Reconheço que dá muita preguiça, mas hoje foi inevitável, morria de vontade de voltar a correr, mesmo sabendo que ainda não recuperei todo o peso perdido. Então bastou dar o primeiro passo e… pronto, estou correndo! Mas a alegria não durou muito, já no primeiro quilômetro comecei a sentir que não iria muito longe e antes do quilômetro e meio tive que entregar os pontos.

Droga! E pensar que cheguei a correr 10Km e agora não chego nem a dois! Então vem à minha cabeça “por que parei de correr quando ia tão bem?” e me lembrei dos motivos, o que me dava mais raiva ainda. Amy disse bem, mas se fosse a Samantha Jones a autora da música ela teria escrito love is a fucking game!

Mas tudo bem, amanhã é outro dia. Vou descansar e correr uns 300 metros a mais e assim chegar a minha meta da maratona algum dia. Afinal, a música que eu prefiro é a do Magic Numbers: love is just a game:

[youtube vvgfvpoR724&rel=1]

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Lição do dia

Posted by Luciana | Posted in Academia, Coisas da vida, Lição do dia | Posted on 18-12-2007

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Nunca diga ao instrutor da academia que acha que precisa de mais abdominais. Você pode voltar para casa quebrada…

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Fucking Jungle

Posted by Luciana | Posted in Amigas, Coisas da vida | Posted on 17-12-2007

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E ainda tem gente que ri quando eu falo que o mundo lá fora é uma selva. Quem não entender o esquema da cadeia alimentar e não estiver preparado para lutar contra os predadores pode se dar muito mal. A regra básica aprendemos bem pequenos na escola: vence o mais forte.

Também aprendemos que em quase todas as espécies, o macho usa todas as suas armas para conquistar as fêmeas e, de quebra, ter o respeito do resto do grupo. Os leões lutam entre si para ver quem é o mais forte, já os pavões exibem suas plumas coloridas na tentativa de chamar mais a atenção que os rivais… enfim, estão todos, assim como nós humanos, ansiosos em conquistar a sua alma gêmea e acabar com essa luta diária de fingir que é feliz sozinho.

Mas se aplicamos essa “teoria” à raça humana encontramos um problema: aqui na nossa selva de pedras não são os machos que batalham por um par e sim as fêmeas. E as estratégias e armas são muitas: pode ser aquele vestidinho esbarrando na barreira da descência, uma frase de efeito na hora certa, um perfume com personalidade… vale até uma maquiagem com poderes mágicos! Seja qual for o método escolhido, a base da estratégia é superar as demais. E esqueça o fair play, na guerra das mulheres vale tudo.

Sexta passada fui com minha amiga B a um churrasco de uns amigos do marido dela. Era possível dividir a festa em três grupos: 1) os casados, 2) os que aproveitam essas festas cheia de casados para fisgar o ainda não casados- nem precisa falar que há um predomínio de mulheres neste grupo – e 3) eu, que sempre sou a do no club at all, sempre “não sei o que quero da vida”.

Bem, uma das garotas do grupo 2 se cansou de brincar com a sua tribo e tentou entrar de penetra no grupo 1. Com seu jeans bem justinho e brilho dos pés à cabeça (Sério, não tinha uma peça de roupa da menina que não brilhasse e com cores diferentes ainda… urg, too much honey! Alguém tem que avisar para ela que na guerra da conquista menos é mais!) começou a ”esbarrar” justamente com D, o marido da minha amiga.

B, que não é nenhuma boba, comentou a situação comigo. Eu olhei para a garota e tranqüilizei minha amiga “não, acho que não, com essa roupa ela tá dando em cima de qualquer um”… e rimos.

Hoje de manhã, ela me mandou um e-mail:

“Lú,

Nunca desconfie das suas percepções …. lembra do churrasco na sexta? Lembra da garota que disse que estava se jogando em cima do D*? Pois é, contrariando a sua previsão de que ela estava dando em cima de qualquer um por conta do roupa… ela só queria um, e advinha quem? Meu marido, claro.
Mas ela é tão sem vergonha que ficou se encostando no D* enquanto ainda estávamos lá – isso eu não vi, ele que me contou – para perguntar se era mesmo casado por conta da aliança que ele usa. Ele foi bem direto e disse que era e ainda muito fiel.
Que sem vergonha, não?”

E como eu dizia, para uma mulher não basta ganhar a batalha, é preciso destruir o inimigo:

“Por isso ela ficou um tempão com cara de bunda lá…risos. Bem feito !!!

E aí como foi o seu final de semana?

Beijos,
B*”

Pois é, para quem não se deu conta, quando eu comecei a contar a história das espécies eu escrevi “em quase todas as espécies, o macho…”. O senso comum nos leva a pensar que é sempre o macho que vai à luta, mas outro dia eu descobri que há pelo menos um outro tipo de animal que a fêmea é maior e chama mais a atenção. Além das mulheres, são as cobras as que assumem esse papel no reino animal.

*Eu editei o e-mail para proteger os nomes.

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La Lola

Posted by Luciana | Posted in Uncategorized | Posted on 13-12-2007

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[youtube O8_1vK9ynLg&rel=1]

Eu não gostava muito da televisão lá na Argentina. Mas havia dois programas dos quais eu sinto muita saudade. Um deles se chama La Lola, que para minha surpresa vai passar aqui no Brasil! O SBT comprou os direitos e espero que a dublagem seja pelo menos razoável. (Pô Silvio Santos, coloca um SAP aí na sua programação!).

Para os brazucas se familiarizarem, deixo um clipe que encontrei no Youtube. Até a minha gata argentina veio para o computador ver, acho que ela reconheceu a música da terra dela… hahaha.

A história é interessante: o que acontece com um homem que adorava usar as mulheres quando, por conta de um feitiço de uma das suas “conquistas”, ele se transforma em uma mulher? Os malandros de plantão que tomem cuidado que eu lanço um feitiço assim, hein? Aprendi bastante com essa série…

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Enquanto houver sol…

Posted by Luciana | Posted in Fim de semana, Fotos, Música, Show, Titãs | Posted on 09-12-2007

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Titãs na Mais - Guarapari

É impressionante como as coisas podem mudar de uma hora para a outra. Estava me arrumando para ir tomar alguma caipirinha em algum bar qualquer com o Luis, quando a Jully, irmã da Brunna, me ligou convidando para ir à festa de fim de ano do Banco do Brasil, na Mais.

“Opa, tô dentro!” Troquei de roupa e “vamos em embora”. Entre comida e bebida liberadas, descobrimos a surpresa da noite: um show privado dos Titãs!!! Pobre Brunna, a essa hora já deve saber que eu a “traí” indo num show deles sem ela, mas eu juro que foi sem querer… hahaha.

Do alto do meu salto agulha voltei a ser adolescente e lembrei como era boa essa época em que me divertia com Titãs, Paralamas… mas deu para matar a saudade. Olha que eu já fui em muitos shows deles, mas nunca a um tão “íntimo”. Se você não acredita, pode ver as fotos aqui.

Titãs na Mais - Guarapari

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Yo no creo en las brujas, pero…

Posted by Luciana | Posted in Coisas da vida, Ex namorados | Posted on 06-12-2007

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Já tinha pensado em escrever sobre isso e depois esqueci. Ontem conversando com o Luis sobre maldições e afins me lembrei de novo. Sabe aquela história de que depois que terminamos um namoro os presentes misteriosamente se quebram? Pois é, no nosso aniversário de quatro meses, meu primeiro namorado me deu de presente um peixe. O vendedor tinha dito que viveria só alguns meses, mas não é que o bichinho viveu dois anos? Morreu, ou melhor, se suicidou uma semana depois que terminamos ao pular para fora do aquário.

Passado o trauma - mas não as decepções amorosas - semana passada descobri que o ponteiro dos minutos do meu fiel relógio não anda mais. E olha que eu gostava muito dele, desde que me deram, há mais de um ano, eu quase nunca o tirei do pulso. Que pena, eu não tive tempo nem de mudar o fuso-horário da Argentina para o do Brasil.

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