Ontem eu escrevi um pouquinho sobre esse estranho esporte chamado Rugby. Parece que não sou a única brasileira que não consegue entender as regras desse jogo que mais parece uma luta livre coletiva. Aqui deixo o link de um outro brasileiro que escreveu suas impressões sobre o rugby argentino.
[youtube ZL-R5yLP05k]
Há pouco menos de um mês, os argentinos começaram a se preparar para um grande evento. As ruas ganham mais azul e branco, se multiplicam os outdoors com marcas esportivas estampando a seleção nacional, a televisão deixa mais espaço para uma das paixões do país. É assim a cada quatro anos. Dá para ver o orgulho de ser argentino estampado na cara de cada um deles neste período.
Não, não estou falando da Copa do Mundo de Futebol, e sim de outra copa de um esporte pouco (ou nada)familiar para nós brasileiros. Um esporte que se bem também foi trazido pelos ingleses não se joga com a bola redonda que nós conhecemos, mas como uma oval, muito parecida ao futebol americano.
Esse esporte se chama rugby, e mesmo que todas as semanas passem os jogos do campeonato na televisão (assim como os de futbeol no Brasil), jamais pude entendê-lo. E quem vai entender um jogo onde a bola nunca deve ser lançada para frente? “No chute, só podem avançar com a bola os jogadores que estiverem em linha ou atrás do chutador no momento do pontapé.” (Wikipedia) Tá aí uma coisa que deve ser mais difícil de marcar que impedimento!
Assim como a bola, o jogo também é parecido ao futebol americano, só que sem aquelas roupas protetoras enormes e muito menos capacete. É extremamente violento, quase sempre sai mais de um com o nariz quebrado ou faltando um dente. Dados básicos (porque as regras são meio complicadas e não as entendi muito bem):1) são 15 jogadores, 2) três ou quatro árbitros, 3) os jogadores estão proibidos de falar com o árbitro, 4) o cartão amarelo expulsa o jogador por 10 minutos e o vermelho definitivamente, 5) o Brasil do rugby é a Nova Zelândia.
Ninguém pára de trabalhar para assistir os jogos como na Copa do Mundo de verdade (a de futebol), mas o pessoal fica acompanhando tudo na internet e pela cidade há fotos com os jogadores por todos os lados. Até marcas muito conhecidas por nós brasileiros por patrocinar o futebol trocaram seus painéis tradicionais. Aqui em frente ao meu trabalho, o pôster gigante do Messi foi trocado por um com as estrelas de rugby, que claro, não faço a mínima idéia de quem sejam, mas ajudam a Adidas a vender.


